<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116</id><updated>2012-01-29T16:24:48.685-08:00</updated><category term='Africa - Brasil -Portugal'/><category term='Solidariedade;Amizade;Humanismo'/><category term='solidariedade;amizade; humanismo'/><title type='text'>Temáticas A Voz do Povo</title><subtitle type='html'>Temas relevantes</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-8522070361551142189</id><published>2008-04-29T15:22:00.001-07:00</published><updated>2008-12-08T22:13:40.635-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade;Amizade;Humanismo'/><title type='text'>RAFAELA - O SIGNIFICADO CUBANO DA PALAVRA MILAGRE!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/SBeggmvNE8I/AAAAAAAAAL4/qGZ3jbJwj5A/s1600-h/Tania_Rafaela.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5194797177209951170" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/SBeggmvNE8I/AAAAAAAAAL4/qGZ3jbJwj5A/s320/Tania_Rafaela.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O significado cubano da palavra milagre.&lt;br /&gt;Mal abre a porta e o mundo gira num barril de esponja, anos de vida para o ver cair ao canto da sala. Pediu dinheiro em latas. Nas lojas. Deu o que tinha. Fez-se luz e não há-de parar. “Vocês viram.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos de mãe brilham mas o médico pede calma. Sorri. Rafaela não é um peso morto, o corpo mole que nem sustinha a cabeça. “Há-de ser independente”. E vale por tudo. Da luz do dia à comida que Tânia quase não vê. “Abdiquei. Como restos de pão, cá me arranjo. Mas olhem que ela não fazia isto”, a filha de três anos que já se agarra e levanta. “Talvez no fim se equilibre. Que orgulho.” Um ano depois de Cuba e 30 mil euros em esperança. Partiram de São João da Madeira “sem diagnóstico mas com suspeitas de tudo”. Doença metabólica ou muscular. Nada. Foi bebé apático e bolsava de jacto. Não retinha comida e só perdia peso. “Pequeno atraso”, diziam no Porto. Rafaela tem lesão estática no sistema nervoso central e aposta tudo no país da neurociência.&lt;br /&gt;A primeira fase de tratamento em Cuba foi de tal forma positiva que permitiu - logo na primeira semana - estabelecer um diagnóstico da doença e fazer com que a menina regressasse a Portugal com alguns sinais de melhoria bastante significativos.&lt;br /&gt;O programa de Neurodegenerações consiste numa estratégia terapêutica que combina métodos farmacológicos, cirúrgicos e de neuro-reabilitação, que, com base nas propriedades de recuperação do Sistema Nervoso, permite compensar as alterações existentes e estimular a restauração estrutural e funcional da actividade nervosa danificada, quer em doentes afectados por sequelas de lesões agudas, quer pelos portadores de doenças crónicas do Sistema Nervoso, sendo as mais frequentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transtornos do Movimento e NeurodegeneraçõesDoenças Neuromusculares e Escleroses MúltiplasLesões RaquimedularesLesões Estáticas EncefálicasNeurologia Infantil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgado em : &lt;a href="http://forum.autohoje.com/showthread.php?t=35660"&gt;forum.autohoje.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Testemunho de Tânia, mãe da Rafaela no&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.oregional.pt/noticia.asp?idEdicao=305&amp;amp;id=9317&amp;amp;idSeccao=3012&amp;amp;Action=noticia"&gt;Regional on line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Testemunho Tânia Cordeiro - mãe da Rafaela O meu nome é Tânia Cordeiro, tenho 34 anos, vivo na cidade de São João da Madeira e sou mãe da doce e simpática Rafaela, de 4 anos de idade.A minha filha sofre de uma Lesão Estática a Nível do Sistema Nervoso Central, onde se observa um atraso do desenvolvimento psicomotor em todas as esferas, tanto na área da motricidade fina, motricidade grossa, como linguagem e locomoção.Verifica-se também alterações de conduta, devido à hiperactividade e ao défice de atenção.Resumindo, a Rafaela não caminha, não fala e as suas brincadeiras são muito limitadas.Em Julho de 2006, surgiu a esperança de melhorar a qualidade de vida da minha filha, na Clínica CIREN, em Cuba, onde foi descoberto o seu actual diagnóstico.Regressei novamente a Cuba, com a Rafaela, em Maio (3 ciclos) e Outubro (2 ciclos) de 2007.Voltarei a Cuba, sempre que se proporcione essa oportunidade, uma vez que a continuação destes tratamentos depende unicamente da solidariedade de todos os portugueses, pois eu não reúno condições financeiras para estes tratamentos intensivos.Deposito muita confiança no CIREN, pois aqueles médicos e terapeutas cubanos fizeram nascer dentro de mim uma nova esperança, ao dizerem- -me que a Rafaela tem todas as hipóteses de se tornar uma menina autónoma.Dou o meu testemunho em como a minha filha melhorou imenso ao ser submetida a um tratamento neuro-restaurativo multifactorial intensivo – ciclos de 28 dias contínuos – 7 horas diárias, de segunda a sexta-feira, e aos sábados, 3½ horas, durante a manhã.Acrescento que não é fácil ausentar-me por um determinado período de tempo, ficando longe do meu país, da família, do trabalho e dos amigos, mas... em prol dos filhos todos estes sacrifícios são poucos.Ficarei eternamente grata àquela equipa fantástica de médicos, terapeutas e enfermeiras, que sempre trataram a minha filha com muito amor, carinho, paciência e muito profissionalismo.Para comigo, há e haverá sempre uma palavra amiga, um conforto numa hora menos boa, uma amizade para sempre, um carinho, que fazem com que não me sinta a km’s de distância da minha família.São simplesmente pessoas maravilhosas!!!CIREN – um mundo que eu desconhecia.E porquê?Porque no CIREN descobri que não sou a única mãe a lutar por uma melhor qualidade de vida para a minha filha. Lá existem muitas mães como eu. Não me considero uma SUPER-MÃE, mas, sim, uma mãe especial, como todas as que passam por esta clínica.ESPECIAL?Sim! Porque somos mães de crianças especiais, maravilhosas, lutadoras e isso dá-nos o estatuto de mãe e pai especiais.Confesso-vos que, com o nascimento da minha filha, toda a minha vida mudou, vivo em função do seu bem-estar. Abdiquei de muita coisa na minha vida pessoal e profissional e não me arrependo de nada, pelo contrário, passava por tudo novamente, se necessário.Sou uma mãe feliz!O encanto pela minha filha fez-me crescer, coisas que me passavam ao lado agora não passam despercebidas, a determinados assuntos e situações dava demasiada importância, agora... são banais.&lt;br /&gt;No lugar das lágrimas e dos porquês constantes, ofereço agora à minha filha, sorrisos , beijos e abraços.Ofereço simplesmente amor!Para finalizar, queria deixar claro que, quando algumas pessoas dizem ou pensam que a Rafaela é para mim uma cruz... enganam-se.Considero que foi uma missão que m foi entregue.E se Deus me destinou esta missão, é porque achou que eu, como mãe, era capaz. Capaz de cuidar da minha filha, capaz de transformar a história de esperança da Rafaela numa simples história de encantar.Um especial obrigado, ao Infantário Santa Filomena.&lt;br /&gt;Como ajudar?&lt;br /&gt;Caixa Geral de Depósitos:&lt;br /&gt;NIB: 003507350005352890063&lt;br /&gt;IBAN: PT50003507350005352890063&lt;br /&gt;BIC: CGDIPTPL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tânia Cordeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou ao dispor para qualquer esclarecimento: 912433738&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e-mail pessoal: &lt;a href="mailto:taniaraq@gmail.com"&gt;taniaraq@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dep. Técnico de Qualidade_ Laboratório&lt;br /&gt;Sinflex - Ind. Molas Técnicas, Lda&lt;br /&gt;Telf. 256 880 370&lt;br /&gt;Fax 256 880 379&lt;br /&gt;E-mail: tania.cordeiro@sinflex.pt&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-8522070361551142189?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/8522070361551142189/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=8522070361551142189&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/8522070361551142189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/8522070361551142189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2008/04/rafaela-o-significado-cubano-da-palavra.html' title='RAFAELA - O SIGNIFICADO CUBANO DA PALAVRA MILAGRE!'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/SBeggmvNE8I/AAAAAAAAAL4/qGZ3jbJwj5A/s72-c/Tania_Rafaela.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-6604030008285849540</id><published>2008-04-14T16:33:00.000-07:00</published><updated>2008-12-08T22:13:41.180-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='solidariedade;amizade; humanismo'/><title type='text'>Solidariedade para com a Rafaela</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/R__4PZF7AxI/AAAAAAAAAJ4/gGa_35UiXqw/s1600-h/Rafaela+Aguiar2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188138239071552274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/R__4PZF7AxI/AAAAAAAAAJ4/gGa_35UiXqw/s320/Rafaela+Aguiar2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;/span&gt;Estimados amigos e leitores de A VOZ DO POVO, o apelo que aqui transcrevo é mais uma das muitas situações que se nos deparam e que nos tocam. Neste caso concreto que me chegou, em especial a dedicação desta mãe, que tudo tem feito para ajudar a sua filhinha a Rafaela. Tem a particularidade de ser um caso que tenho seguido desde o inicio, porque tem sido divulgado na empresa aonde trabalho. Desta vez, pensei em alargar a ajuda, colocando esta informação, aqui no nosso blogue e com a certeza de que chegará mais longe com a ajuda de todos vós, leitores e bloggers, ajudem conforme puderem e divulguem, aumentando assim as probabilidades de êxito da Rafaela e da sua mãe!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Victor Simões&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/SAKer40JF6I/AAAAAAAAAKQ/DNGMJ7dZpm4/s1600-h/Rafaela+Aguiar.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188884197506881442" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/SAKer40JF6I/AAAAAAAAAKQ/DNGMJ7dZpm4/s320/Rafaela+Aguiar.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; *******&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Faz agora 2 anos em Julho que iniciei a campanha da Rafaela, para poder oferecer à minha filha uma melhor qualidade de vida. A minha luta em continuar a ajudar a minha filha , está longe de terminar e para isso necessito a ajuda de todos os amigos, para poder divulgar de forma a que todos juntos possamos ajudá-la. Mais do que nunca, eu e a Rafaela precisamos de todo o vosso apoio e amizade, pois eu encontro-me a viver sozinha com a minha princesa. Ela é um amor, um doce de criança ,é a razão do meu viver e da minha luta. O sorriso lindo da minha filha dá-me forças para levar o meu dia a dia. Peço a vossa AJUDA, no sentido de divulgar o caso da Rafaela, pois ao unirem-se a mim irão ajudar-me a transformar a história da Rafaela numa simples história de encantar. Acrescento apenas, que a Rafaela , sofre de uma lesão estática a nível do sistema nervoso central que lhe afectou a parte psicomotora. As fotos anexadas, demonstram todo o esforço e vontade e vencer! Por favor ajudem-me a ajudar a minha filha, pois estou a ficar sem ajudas para voltar a CUBA e retomar os tratamentos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/R__5DpF7AyI/AAAAAAAAAKA/XKIRPVlaPQw/s1600-h/Rafaela+Aguiar3.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188139136719717154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/R__5DpF7AyI/AAAAAAAAAKA/XKIRPVlaPQw/s320/Rafaela+Aguiar3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;NOME : RAFAELA FILIPA CORDEIRO AGUIAR (conta CUBA)&lt;br /&gt;NIB: 0038 0074 01400311771 20&lt;br /&gt;IBAN: PT50 0038 0074 01400311771 20&lt;br /&gt;BIC: BNIFPTPL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou ao dispor para qualquer esclarecimento: 912433738&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(TÂNIA CORDEIRO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor qualquer ajuda será excelente para a minha Princesa poder evoluir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito Obrigada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumprimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tânia Cordeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dep. Técnico de Qualidade_ Laboratório&lt;br /&gt;Sinflex - Ind. Molas Técnicas, Lda&lt;br /&gt;Telf. 256 880 370&lt;br /&gt;Fax 256 880 379&lt;br /&gt;E-mail: &lt;span style="COLOR: rgb(0,0,153)"&gt;tania.cordeiro@sinflex.pt&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-6604030008285849540?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/6604030008285849540/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=6604030008285849540&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/6604030008285849540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/6604030008285849540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2008/04/solidariedade-para-com-rafaela.html' title='Solidariedade para com a Rafaela'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/R__4PZF7AxI/AAAAAAAAAJ4/gGa_35UiXqw/s72-c/Rafaela+Aguiar2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-5846236363619863123</id><published>2007-03-31T16:54:00.000-07:00</published><updated>2008-12-08T22:13:42.313-08:00</updated><title type='text'>Orçamentos dos Gabinetes dos actuais Governantes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg7sA_TRqgI/AAAAAAAAAGA/ae4xGIPeTGc/s1600-h/despesas+mercearia1.a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048231734065342978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg7sA_TRqgI/AAAAAAAAAGA/ae4xGIPeTGc/s320/despesas+mercearia1.a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Caros leitores, segundo o &lt;a href="http://jornal.publico.clix.pt/"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Jornal O Público&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; " &lt;strong&gt;O Tribunal de Contas, arrasa contas dos últimos três Governos. Falta de transparência nos processos de admissão, total discricionaridade na tabela salarial e mesmo situações ilegais.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tomando apenas em consideração os 184 gabinetes estudados e validados (de um total de 205, para o período), as despesas de funcionamento foram de 151,5 milhões de euros. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;O Governo de Sócrates é o que sai melhor do retrato, apresentando cerca de 36,5 milhões de euros de despesas com pessoal, bens e serviços, contra 36,7 do Governo de Santana Lopes, e 77 milhões de euros do executivo de Durão Barroso. Mesmo tendo em conta que o período analisado em que Barroso foi primeiro-ministro é cerca do dobro do dos seus sucessores, o estudo indica uma contracção da despesa em 2005. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Por outro lado, no entanto, o relatório indicia que o Governo de José Sócrates terá sido aquele que mais admissões permitiu e que mais recorreu a formas pouco transparentes no processo de recrutamento. Numa amostra de 30 gabinetes analisados com mais pormenor, verificaram-se 484 admissões, sendo que, de entre estas, 74 foram de especialistas. "&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E assim se desbaratam os dinheiros públicos, assim se pede ao povo para apertar o cinto, tenta-se reduzir o défice à custa de sobrecarga de impostos e expoliam-se os que já pouco lhes resta, ou seja os reformados. Estes senhores que nos têm governado, não têm mesmo um pingo de vergonha na cara. Veja-se quanto gasta cada gabinete ministerial, para vergonha dos portugueses, se atentarmos nas rubricas, são de fazer corar. O despudor e a falta de seriedade e compromisso com o povo que os elegeu, estão bem patentes.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg7xtPTRqhI/AAAAAAAAAGI/KMPLvemqkbM/s1600-h/despesas+mercearia1b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048237991832693266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg7xtPTRqhI/AAAAAAAAAGI/KMPLvemqkbM/s320/despesas+mercearia1b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O Ministro dos assuntos Parlamentares, Prof. Dr. Augusto Santos Silva é de todos o mais económico, com um orçamento que me parece honesto e adequado, daí o destaque aqui no nosso blogue. Deixarei todos os outros à consideração e análise dos leitores.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;Obs: Clique nas imagens, para ver em tamanho maior&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg71wPTRqkI/AAAAAAAAAGc/wusSBoH6HOU/s1600-h/despesas+mercearia1e.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048242441418811970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="212" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg71wPTRqkI/AAAAAAAAAGc/wusSBoH6HOU/s320/despesas+mercearia1e.jpg" width="309" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg71QvTRqjI/AAAAAAAAAGU/_45eGVm4OXo/s1600-h/despesas+mercearia1d.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048241900252932658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg71QvTRqjI/AAAAAAAAAGU/_45eGVm4OXo/s320/despesas+mercearia1d.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg723PTRqlI/AAAAAAAAAGk/r9LlMr_ioO0/s1600-h/despesas+mercearia1f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048243661189524050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg723PTRqlI/AAAAAAAAAGk/r9LlMr_ioO0/s320/despesas+mercearia1f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg73wfTRqmI/AAAAAAAAAGs/h1FnnDfoSiQ/s1600-h/despesas+mercearia4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048244644737034850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg73wfTRqmI/AAAAAAAAAGs/h1FnnDfoSiQ/s320/despesas+mercearia4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg75LvTRqnI/AAAAAAAAAG0/-hnVindJKK0/s1600-h/despesas+mercearia2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048246212400097906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg75LvTRqnI/AAAAAAAAAG0/-hnVindJKK0/s320/despesas+mercearia2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-5846236363619863123?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/5846236363619863123/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=5846236363619863123&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/5846236363619863123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/5846236363619863123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2007/03/caros-leitores-segundo-o-jornal-o.html' title='Orçamentos dos Gabinetes dos actuais Governantes'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_IQBVOp3aPRc/Rg7sA_TRqgI/AAAAAAAAAGA/ae4xGIPeTGc/s72-c/despesas+mercearia1.a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-7204663383949180446</id><published>2007-03-10T09:12:00.000-08:00</published><updated>2007-03-10T09:15:49.792-08:00</updated><title type='text'>Artigos Selecionados - ‘Os grandes portugueses’</title><content type='html'>&lt;div class="snap_preview"&gt;&lt;p class="lista_lead" align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003366;"&gt;&lt;img src="http://www.rtp.pt/programas/images/articles/1562/gp_gd.jpg" border="1" /&gt; Publicado no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://port.pravda.ru/cplp/portugal/10-03-2007/15953-osgrandesportu-0" target="_blank"&gt;&lt;span class="\"&gt;&lt;strong&gt;«PRAVDA.Ru»&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003366;"&gt;“Custa a crer que alguém, em seu perfeito juízo, se lembre de perguntar se Aristides de Sousa Mendes foi pior ou melhor que D. João II e proponha decidir o dilema por meio do sufrágio popular. Mas a Direcção de Programas da RTP considerou genial a ideia de pôr à votação a preferência do público por uma de dez grandes figuras da História nacional. Como em todos os concursos e competições, teria as audiências garantidas. Responderia de forma espectacular à persistente acusação de a RTP, enquanto serviço público, fazer muito menos do que deve pela cultura intelectual e artística do povo português e teria a vantagem de estimular louváveis sentimentos patrióticos. Por isso, a Direcção de Programas escolheu, para abrilhantar o concurso, figuras mediáticas capazes de atrair mais público e criou programas para recriar ambientes históricos e reconstituir dramas e batalhas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003366;"&gt;Mas teve medo de exigir demasiado dos telespectadores. Para compensar o esforço intelectual que lhes pedia, condimentou a disputa espalhando algum cheiro a sangue. Com ajuda dos comentadores de serviço, difundiu o boato de que o vencedor seria Salazar e que, nas finais, ele se defrontaria com o seu grande adversário, Álvaro Cunhal. O programa atrairia assim o máximo das audiências. Chamaria a atenção não só dos consumidores de toda a espécie de concursos mas também do público sensível à excitação das votações partidárias. Partindo do princípio de que, quanto mais rasteiro fosse o nível dos programas, maiores seriam as audiências, tratou de simplificar o quadro histórico e de diluir o rigor das referências. Assim, por exemplo, por meio de uma sensacional aproximação, tentou demonstrar que a maior glória de Afonso Henriques foi ter fundado um país que até tinha conseguido chegar às finais do Euro-2004. As batalhas que o nosso primeiro rei venceu, com armaduras do século XV, prefiguravam as vitórias portuguesas nos campeonatos internacionais, e até o milagre de Ourique anunciava tão ‘impossível’ sucesso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003366;"&gt;Estas subtis comparações fariam o público compreender intuitivamente o segredo da alma nacional e confirmar os seus sentimentos patrióticos. Os saudosistas do antigo regime seriam facilmente atraídos ressuscitando o primarismo apologético de um documentário dedicado a Salazar que mais parecia editado pelos serviços de propaganda do Estado Novo. Mas era imperioso evitar a contaminação das abstracções intelectuais. Impedir os académicos de colocar questões metafísicas e de suscitar debates de ideias. Excluir problemas confusos e distinções subtis. Também não era preciso recorrer a profissionais de um jornalismo de conteúdos nem a verdadeiros criadores artísticos, como, por exemplo, da área do teatro. Mais valia renunciar a reflectir sobre o que é a nação e o que representam os grandes nomes da sua História. Bastava consultar os técnicos das audiências. Com toda a razão. São eles que, com as suas sentenças, nem sempre muito consistentes, escolhem (ou julgam escolher) os grandes portugueses de hoje. Veremos se o futuro lhes dará razão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003366;"&gt;Entretanto, como profissionais da investigação e do ensino da História, não podemos deixar de lamentar a desinformação e a manipulação que está em curso. A História de Portugal, nas suas complexidades e contradições, nas suas grandezas e misérias, seguramente merecia outra coisa.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#003366;"&gt;José Mattoso, prof. cat., FCSH/UNL; Fernando Rosas, prof. cat., FCSH/UNL; Luís Reis Torgal, prof. cat., FL/UC; António Reis, prof. aux., FCSH/UNL; Cláudio Torres, arqueólogo; Mirian Halpern Pereira, prof. cat., Dep. História ISCTE; António Manuel Hespanha, prof. cat., FD/UNL; Romero Magalhães, prof. cat., FL Universidade de Coimbra; Eduardo Cintra Torres, mestre em comunicação; Abdoolkarim Vakil, lecturer in Contemporary Portuguese History, King’s College, Londres, e mais 81 investigadores e historiadores universitários. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;[Expresso ( excerto ), 03-03-2007] Versão integral do abaixo assinado, divulgado no jornal Expresso&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Apoio e subscrevo inteiramente este abaixo-assinado sem restrições. De facto, lamento que o Serviço Público de Televisão - RTP entre no campo da desinformação e da manipulação da História. Aconselho-vos, ainda, a leitura de um magnífico artigo da Citizen Mary - &lt;/em&gt;&lt;a href="http://citizenmary.blogspot.com/2007/03/tempos-interessantes.html" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Tempos interessantes… ( Porque História não é uma corrida. Não é um jogo….)&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-7204663383949180446?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/7204663383949180446/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=7204663383949180446&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/7204663383949180446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/7204663383949180446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2007/03/artigos-selecionados-os-grandes.html' title='Artigos Selecionados - ‘Os grandes portugueses’'/><author><name>Ludovicus Rex</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://storage.canalblog.com/62/31/174489/11112736.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-9062333966112043008</id><published>2007-02-20T16:34:00.000-08:00</published><updated>2007-02-20T16:36:15.160-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Africa - Brasil -Portugal'/><title type='text'>A Vida é Bela</title><content type='html'>Todos os homens podem e devem dizer que a vida é bela&lt;br /&gt;E procurarmos viver de acordo com ela&lt;br /&gt;Os sofrimentos sempre fizeram parte do nosso viver&lt;br /&gt;O importante é enfrentarmos os mesmos sem maldizer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente idosos e enfermos eram um tesouro&lt;br /&gt;Atualmente estes seres são tratados com desaforo&lt;br /&gt;A eutanásia só aguarda aprovação&lt;br /&gt;Pra facilitar antecipar a morte do cidadão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta a pessoa tornar improdutiva&lt;br /&gt;Pra família tratá-la como barco a deriva&lt;br /&gt;Outros seres são inibidos de nascer&lt;br /&gt;Cometem aborto cruelmente sem se arrepender,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos não sabem que viver é um privilégio&lt;br /&gt;Tratam seus entes queridos com sacrilégio&lt;br /&gt;Desrespeita a mãe que o gerou&lt;br /&gt;E o velho pai que para criá-lo muito lutou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixam os idosos e doentes à mercê da sorte&lt;br /&gt;Outros são jogados nos asilos até chegar a morte&lt;br /&gt;Mas nem por isso deixemos de dizer que a vida é bela&lt;br /&gt;A ordem é lutar com todas as forças contra as mazelas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar e cantar dizendo sempre a vida é bela...&lt;br /&gt;Se estiver escuro abra a porta e a janela&lt;br /&gt;Deixe entrar luz e ar fresco porque a vida é bela&lt;br /&gt;Viva em liberdade como as cervas e gazelas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja em que momento da vida você cansou&lt;br /&gt;O que estás fazendo se ainda não recomeçou?&lt;br /&gt;Cante comigo e diga com Deus avante eu vou&lt;br /&gt;Neste barco da vida Cristo é meu condutor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cante comigo em várias línguas "a vida é bela"&lt;br /&gt;Cante em Italiano La Vita é bella&lt;br /&gt;Cante em espanhol La vida es bella&lt;br /&gt;Cante em francês La vie est belle&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você poderá dizer este pobre escritor agora exibiu&lt;br /&gt;Quer fazer nos cantar numa língua que ele não viu&lt;br /&gt;Não, estas poucas palavras você já traduziu,&lt;br /&gt;E já descobriu que a vida é bela dentro e fora do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anápolis Go, 23/05/04&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Valeriano Luiz da Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Publicação:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paralerepensar.com.br"&gt;www.paralerepensar.com.br&lt;/a&gt; 19/07/2005&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;dl&gt;&lt;/dl&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-9062333966112043008?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/9062333966112043008/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=9062333966112043008&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/9062333966112043008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/9062333966112043008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2007/02/vida-bela.html' title='A Vida é Bela'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-6607141779270687780</id><published>2007-02-20T14:34:00.001-08:00</published><updated>2007-02-20T16:43:39.939-08:00</updated><title type='text'>Dinamização e divulgação do Voz do Povo</title><content type='html'>Meus amigos, leitores e participantes não se esqueçam das votações em que a " Voz do Povo " participa, é muito importante para a divulgação do nosso blogue. Se acharem que o voto é merecido, não se esqueçam de votar. Estamos inscritos no Blogstars desde 17 de Fevereiro 2007 e levamos mais de 400 pontos na página mãe. Vote também nas Temáticas A Voz do Povo. 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=6607141779270687780&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/6607141779270687780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/6607141779270687780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2007/02/dinamizao-e-divulgao-do-voz-do-povo.html' title='Dinamização e divulgação do Voz do Povo'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-6943140714112000763</id><published>2007-02-10T11:56:00.000-08:00</published><updated>2007-02-10T12:01:03.126-08:00</updated><title type='text'>GUINÉ-CONACRY: A QUESTÃO DA DESINFORMAÇÃO</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.didinho.org/guine.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.didinho.org/guine.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Por: Fernando Casimiro (Didinho)&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:didinho@sapo.pt"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;didinho@sapo.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;10.02.2007&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;As manifestações e as mortes voltaram à ordem do dia na Guiné-Conacry.&lt;br /&gt;Na verdade, o processo reivindicativo estava apenas suspenso por forma a dar oportunidade ao general ditador Lansana Conté de responder às propostas apresentadas pelos sindicatos e acordadas a 27 de Janeiro último.&lt;br /&gt;Se a questão da Guiné-Conacry é um assunto que deve ser resolvido pelos irmãos de Conacry, não deixa de ser verdade que a Guiné-Bissau assume protagonismos nesta matéria com a alegada participação das suas forças militares a mando do general ditador Nino Vieira ao pedido formulado pelo seu vizinho, sócio e amigo de Conacry, Lansana Conté.&lt;br /&gt;Um envolvimento negado, como era esperado, mas largamente noticiado e sustentado por órgãos de comunicação social um pouco por todo o mundo.&lt;br /&gt;O povo da Guiné-Conacry não gostou de saber que da Guiné-Bissau tinham sido enviadas tropas em apoio do seu aflito presidente, chegando essas tropas a matar manifestantes em revolta.&lt;br /&gt;Desta constatação têm surgido apelos à resistência, à luta contra os mercenários, sendo que se tem conotado o próprio presidente Lansana Conté como oriundo e defensor de interesses da Guiné-Bissau, o que não corresponde minimamente à verdade.&lt;br /&gt;É precisamente para esta questão da desinformação que faço esta reflexão no sentido de alertar os irmãos de Conacry para a injustiça e incoerência na atribuição de um juízo de valor convidativo ao virar de costas entre 2 povos irmãos e mártires da ditadura consequente das governações de cada um dos nossos países.&lt;br /&gt;Compreende-se a indignação do povo da Guiné-Conacry que no entanto deveria lembrar-se da mesma situação aquando da guerra de 98/99 na Guiné-Bissau em que Nino Vieira chamou igualmente tropas da Guiné-Conacry e do Senegal para massacrarem filhos da Guiné-Bissau na sua própria terra.&lt;br /&gt;O povo da Guiné-Bissau soube tirar as devidas ilações dessa intervenção militar da Guiné-Conacry, não tendo nunca, confundido a colaboração entre ditadores com o relacionamento entre os irmãos de Bissau e Conacry.&lt;br /&gt;O povo da Guiné-Bissau nunca foi hostil para com o povo da Guiné-Conacry em consequência dessa intervenção.&lt;br /&gt;Hoje não é isso que está a acontecer se tivermos em conta algumas declarações que têm sido emitidas pelas comunidades da Guiné-Conacry na diáspora que se esquecem ou desconhecem a realidade de um passado recente idêntico aos dias de hoje.&lt;br /&gt;Responsabilizar e condenar Nino Vieira é aceitável bem como denunciar, de forma fundamentada, o envolvimento militar da Guiné-Bissau nas operações de apoio ao presidente Lansana Conté.&lt;br /&gt;O que não se deve confundir é o posicionamento de Nino Vieira face à crise na Guiné-Conacry que é uma posição pessoal e não uma manifestação declarada da República e, por conseguinte, do povo da Guiné-Bissau.&lt;br /&gt;Entre os povos irmãos de Bissau e Conacry numa referência global destas duas "Guinés" deve existir uma corrente de solidariedade no sentido do derrube das ditaduras vigentes em ambos os países e nunca a tendência inflamatória de expandir os pressupostos reivindicativos para além do aceitável e que neste caso seria o voltar de costas entre os nossos povos irmãos, o que poderia ter consequências imprevisíveis para a região. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Resid&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3366ff;"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;ê&lt;/span&gt;ncia do Presidente bissauguineense demolida em Conakry &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Conakry, Guiné (PANA) - Uma linda casa, presumivelmente pertencente ao chefe do Estado bissauguineense, João Bernado Vieira, em Taouya, no alto subúrbio de Conakry, a capital guineense, foi devastada sábado por manifestantes furiosos, como forma de se insurgir contra a nomeação de Eugène Camara para o cargo de primeiro-ministro, chefe do governo guinense, soube a PANA junto de testemunhas oculares.A casa de Vieira, situada no concelho de Ratoma, à beira-mar, suscitava muita curiosidade, de acordo com as testemunhas que não explicaram a relação entre esta casa e os actuais acontecimentos na Guiné Conakry.Além disto, prosseguiram, dezenas de jovens igualmente furiosos destruiram a sede do Partido da Unidade e Progresso (PUP, no poder) em Kankan, a cerca de 600 quilómetros da capital, tendo também incendiado a prefeitura, devastado a cadeia e queimado vivo um soldado.Outros manifestantes superexcitados demoliram, um pouco mais cedo em N'Zérékoré, a 900 quilómetros no sul do país, a residência privada de Eugène Camara, menos de 24 horas depois da sua nomeação para o cargo de primeiro- ministro pelo Presidente Conté.Os revoltosos pilharam igualmente um supermercado e uma loja de electrodomésticos pertencente a empresários libaneses na Mineira, subúrbio de Conakry, onde os bairros de Matoto, Taouya, Hamdallaye estão a ferver.Os manifestantes reclamam doravante pela partida do Presidente Conté, no poder há 23 anos, estimando que ele violou os termos do acordo global, assinou a 27 de Janeiro último no final de 18 dias de greve geral entre o governo e a Inter-Central Sindical.Nos termos deste acordo, o chefe do Estado devia nomear um primeiro- ministro, chefe de governo, "de largo consenso, íntegro e competente" e que nunca gerisse os Assuntos públicos no país.&lt;br /&gt;Fonte: PanapressConakry - 10/02/2007 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-6943140714112000763?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/6943140714112000763/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=6943140714112000763&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/6943140714112000763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/6943140714112000763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2007/02/guin-conacry-questo-da-desinformao.html' title='GUINÉ-CONACRY: A QUESTÃO DA DESINFORMAÇÃO'/><author><name>Didinho</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_S5KWObJlxhM/R5BU8BxaQNI/AAAAAAAAAK0/V4BpleifVl4/S220/DidinhoCasimiro+12.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-1291705331916267435</id><published>2007-01-27T14:53:00.000-08:00</published><updated>2007-01-27T14:55:24.090-08:00</updated><title type='text'>JESUS CRISTO E ZEFIRELLI</title><content type='html'>Terão perguntado a Zefirelli onde foi ele buscar o segredo do seu jeito de falar da vida, em filmes mais ou menos notáveis. À laia de resposta, ele contava que foi assim (mais ou menos, é claro – mas nestes tempos de «ditadura da Estatística», é como se fosse exactamente assim): Zefirelli era mais um filho que só vinha atrapalhar a vida na família, ao que parece numerosa e sem condições adequadas. Nada mais natural que se aplicasse o grau máximo de correcção para um falhado planeamento familiar. Toda a gente estaria de acordo, especialmente o pai. Mas a mãe de Zefirelli apostou nos riscos de mais uma aventura, e aí começaram muitas produções cinematográficas de qualidade.&lt;br /&gt;            Moral da história: a vida – e especialmente a vida humana – é uma energia que nos ultrapassa, mas que nós, com todas as potencialidades de que dispomos e que vamos aperfeiçoando, temos a obrigação de gerir «da melhor maneira», isto é: de acordo com o objectivo de «qualidade de vida» mas para todos os seres humanos e não só para as «raças puras». Se eliminamos um projecto de vida, e mesmo se eliminamos uma vida já «a funcionar» com ou sem projecto, cumpre-nos, exercendo o ideal de «qualidade de vida» para nós adultos, aproveitar a ocasião para alimentar uma posição cada vez mais esclarecida e eficiente contra o que cheira a morte e a favor da nossa vontade de merecermos – e de melhorar – a vida que temos. Se eu saio de um ambiente miserável para me realizar num ambiente propício, só viverei de acordo com a dignidade humana se não esquecer o que há de morte a combater e o que há de vida a aproveitar com todas as forças. Se a nossa razão – melhor: se o nosso acto de raciocínio livre de pressões externas – nos leva a pensar como mais plausível uma estratégia apenas de «menos morte», terá que ser em nome da VIDA PARA TODA A HUMANIDADE e não por egoísmo. Só assim seremos superiores aos outros animais. A pressão do pai de Zefirelli sobre a mãe é um caso demasiado comum: os machos olham para as fêmeas como sendo eles os animais dominadores – não provam o agridoce da vida. Esta atitude de machos dominadores encontra-se frequentemente em grupos políticos, religiosos, «intelectuais»… sempre bem atentos aos interesses economicistas e nomeadamente de poder.&lt;br /&gt;            E Jesus Cristo? S. José não foi «machista» como o pai de Zefirelli: mas não podia estar mais em desacordo com aquele filho totalmente fora dos programas. Acusaremos de machista o «arcanjo Gabriel» –  que apresentou a gravidez de Maria como facto consumado, sem volta a dar? De modo algum: o «arcanjo» apenas foi «enviado» pelo «Poder máximo». Mas Gabriel bem que simboliza a linguagem daqueles que se acham detentores de uma verdade vinculativa como grilhões: tens que fazer isto ou aquilo, porque é vontade de Deus (ou do Governo, ou do Bispo, ou do Premio Nobel, ou do «Homem das massas»…) Talvez que, já nessa altura, «contra tudo e contra todos», Jesus nasceu e mereceu, mais tarde, ser reconhecido como o Cristo. A trapalhada era tão grande que Maria e José precisaram da ajuda de um arcanjo…&lt;br /&gt;            Moral da história: «A Vida chama-nos desde o ventre materno» («Vida» é o nome laico de «Deus»). Precisamos cada vez mais de «arcanjos» (leia-se «boas ideias») que nos ajudem a desenvolver sempre mais as nossas técnicas para «menos morte» e «mais vida» (implica «melhor vida»). O progresso do nosso saber teórico e prático torna-nos mais responsáveis pela procura incansável de ambientes humanos onde o «chamamento da vida» é escutado com alegria e discernimento, sem nos vendermos a projectos alienantes, venham eles de arcanjos ou arcanjas (pela doçura da voz).           &lt;br /&gt;A grande energia da natureza humana é a capacidade e tropismo para a mudança. Sem mudança, a nossa vida seria a mais monótona, inútil e mortífera produção em série. É claro que há mudanças para bem e para mal, bons e maus profetas, bons e maus políticos, bons e maus homens de negócios. Mas impedir a mudança é matar a própria sede de mais e melhor vida. E o valor de uma pessoa também se revela pela capacidade de querer e aceitar a mudança, implicando mudanças dolorosas no modo de pensar e agir. Traçar limites à razão e curiosidade humanas é pois o mais «grave pecado contra a natureza» – e o poder das organizações religiosas não tem uma lista mais negra do que o poder de governos e de «patrões» em geral.&lt;br /&gt;«Pecado grave contra a natureza» é pois combater os projectos de planeamento familiar e de fruição do prazer sexual, libertos da angústia de despoletar um filho não oportuno; é combater a evolução de técnicas anti-conceptivas e de apoio à vida que já temos em mão. Como também é contra a natureza não querer pensar e preferir «descansar» protegidos pelas «decisões» nada angélicas dos «arcanjos no poder» – políticos, religiosos, intelectuais…&lt;br /&gt;Será possível encomendar um exército de super-arcanjos dos que trazem bons ares às nossas orelhas?&lt;br /&gt;Fui criticado por não ter manifestado a minha posição no referendo, uma vez que escrevo muitos artigos de opinião. Aceito a sugestão de mudança à minha vontade de guardar silêncio. Eu vou votar «não»: mas é sobretudo um «não» ao referendo: a «mudança» proposta é um fogo fátuo, nascido (quando este é que devia ser abortado) de jogadas políticas, preconceitos culturais, radicalismo religioso, ingenuidade, anti-clericalismo primário, informação falsa (muito pior que a do arcanjo Gabriel), demagogias, fanatismos de toda a espécie, desforras sentimentais e ideológicas, egoísmo… meu Deus, vai mesmo uma grande trapalhada! O espectáculo é mais triste com a escandalosa falta de cultura e educação da parte de alguns políticos, padres e até Bispos.&lt;br /&gt;A mudança proposta neste referendo é demasiado a proposta de preguiçosos e hipócritas, como os que, antes do 25 de Abril, «eliminaram a PIDE», chamando-lhe «DGS». Como eles, não desejam uma efectiva mudança de atitudes para combater as condições de vida desumanas, limitando-se a «manifestar compaixão» com mudar os termos legais. Prefere-se adormecer na ideia confortável de que se é bom, apenas porque não parecemos maus… Quantos vão ao encontro dos homens e mulheres que sofrem – alguns para provocar aborto (com razões ou não) e muitíssimos mais para não provocar aborto? Será aceitável só olhar numa direcção para ganhar dividendos de poder (pelo «sim» e pelo «não»)?&lt;br /&gt;A mudança de nível humano não é corajosamente encarada pelos poderes políticos, religiosos e financeiros. No primeiro referendo sobre o aborto, os que se alardeavam de só eles defenderem a vida, exultaram com a vitória tangencial do «não», mas adormeceram e só agora publicam obras de reflexão tendencialmente séria (nessa altura, chamei à atenção um dos responsáveis a nível nacional). Continuamos a esconder o grande projecto que nos incomoda: O PROJECTO DA EDUCAÇÃO, que nos habilite para pensar, agir e trabalhar EM LIBERDADE. É um projecto de todos e não só das «pessoas importantes». Já Platão se queixava de que os nossos governantes deviam ser escolhidos entre as pessoas bem educadas…&lt;br /&gt;Pelo seguro, e para não me parecer com o fariseu que desprezava o publicano, já encomendei um «super-arcanjo» para mim. Para me ensinar como se pode defender a vida, apesar de tudo. Mas só o consigo escutar num ambiente produtivamente calmo, um ambiente de restauração da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Alte da Veiga&lt;br /&gt;m.alteveiga@netcabo.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-1291705331916267435?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/1291705331916267435/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=1291705331916267435&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/1291705331916267435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/1291705331916267435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2007/01/jesus-cristo-e-zefirelli.html' title='JESUS CRISTO E ZEFIRELLI'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-116566350736344903</id><published>2006-12-09T03:18:00.000-08:00</published><updated>2006-12-09T03:33:42.416-08:00</updated><title type='text'>Responsabilidade Social empresarial</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/322/682/1600/736482/responsabilidade_social.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/322/682/320/883015/responsabilidade_social.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Actualmente fala-se muito em Responsabilidade Social. De que se trata afinal e qual a finalidade? Na abordagem deste tema, tentarei uma breve explicação e uma interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras referências temáticas, surgiram no início do século XX, em trabalhos de Charles Eliot (1906), Arthur Hakley (1907) e John Clarck (1916). No entanto tal temática não foi aceite ao tempo, por se conotarem com a política socialista.&lt;br /&gt;Em 1953, com o lançamento do livro nos Estados Unidos, Social Responsabilities of the Businessman de Howard Bowen, o tema despertou interesse e ganhou visibilidade.&lt;br /&gt;A partir da década de 70, surgem associações de profissionais interessados em estudar o tema, como a American Accouting Association e American Institute of Certified Public Accountants. A partir daí a responsabilidade social deixa o campo da curiosidade e entra no campo do estudo.&lt;br /&gt;É comum hoje em dia empresários e empresas divulgarem a participação e ou apoio em projectos e acções de cariz social. A responsabilidade social é mais abragente, que as doações financeiras ou materiais. De acordo com Grajew (1999), trata-se “ da relação ética, da relação socialmente responsável da empresa em todas as suas acções, políticas, práticas e nas suas relações”, sejam elas com o seu público interno ou externo.&lt;br /&gt;A doação, é muito confundida com a prática socialmente responsável, mas não é mais que filantropia. As práticas filantrópicas , designam a ajuda e o carácter assistencialista, são normalmente externas à empresa, beneficiando a comunidade. A filantropia funciona como um paliativo, em situações gravosas e é normalmente concentrada em acções esporádicas e descontinuas, como campanhas de distribuição de alimentos, agasalhos e brinquedos na época de Natal.&lt;br /&gt;Na responsabilidade social, a empresa age de forma estratégica, são traçadas metas para atender às necessidades sociais, de forma que o lucro da empresa seja garantido, assim como a satisfação do cliente e o bem – estar social. Há um envolvimento, comprometimento e é de carácter duradouro.&lt;br /&gt;Durante muito tempo, as empresas preocuparam-se somente com a qualidade dos produtos, com o preço competitivo e a maximização do lucro. Nos tempos actuais, uma nova visão do mundo organizacional alerta para questões como, a ética, a transparência, a diversidade de aspectos sócio-culturais, económicos e o respeito e garantia dos direitos humanos, como indispensáveis a uma actuação responsável.&lt;br /&gt;A responsabilidade social emerge como resgate da função social da empresa, cujo objectivo principal é promover o desenvolvimento humano sustentável, que actualmente, transcende o aspecto ambiental e se estende a outras áreas ( social, cultural, económica, política ), e tentar superar a distância entre o social e o económico, obrigando as empresas a repensarem o seu papel e a forma de conduzir os seus negócios.&lt;br /&gt;O conceito de responsabilidade social empresarial foi lançado no Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável em 1998, na Holanda.&lt;br /&gt;“ A responsabilidade social corporativa é o comprometimento permanente dos empresários de adoptarem um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento económico, melhorando simultaneamente, a qualidade de vida dos seus empregados e famílias, comunidade local e da sociedade no seu todo”.&lt;br /&gt;O único guia sobre a implementação e adopção de práticas socialmente responsáveis, é neste momento a Norma SA8000, estando em fase de elaboração a ISO 26000, que se prevê pronta em finais de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia consultada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristiani Oliveira e Juliana Torres, Responsabilidade Social Empresarial: Dimensões históricas e conceituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cohen, D. Os dilemas da ética. Revista Exame. 14/05/2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsabilidade Social Empresarial: Dimensões históricas e conceituais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORTINA, A. Et al.. Ética de la empresa.2ª ed. Madrid – Trotta, 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grajew, O. Filantropía de Responsabilidade Social, 24/04/2002. Disponivel em&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ethos.org.br/"&gt;http://www.ethos.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Klein, N. Sem logo, a tirania das marcas em um planeta vendido. RJ – Record, 2002, p. 393-407.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinto, C. Valor ou modismo? O Marketing Social deve ser reflexo da personalidade da empresa. Revista Exame, Guia da Boa Cidadania Corporativa, 2001. p 28.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-116566350736344903?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/116566350736344903/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=116566350736344903&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116566350736344903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116566350736344903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/12/responsabilidade-social-empresarial.html' title='Responsabilidade Social empresarial'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-116173451860597808</id><published>2006-10-24T17:01:00.000-07:00</published><updated>2006-10-25T11:04:07.913-07:00</updated><title type='text'>Temática semana 23/10/06</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3426/3667/1600/bandeira%20portugal.22.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3426/3667/320/bandeira%20portugal.22.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Crise Social e a Segurança dos Cidadãos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos anos que me preocupo com a problemática dos distúrbios sociais e os previa, quer no estrangeiro quer neste nosso antigo e pequeno país, Portugal. Se é verdade que há uma crise económica/social, também é verdade que ninguém quis efectivamente saber dos alertas pronunciados pelo menos desde os anos 80 e no início do “hooliganismo”, também um caso de desagregação social mas que ninguém quer observar com olhos de ver. Ao nível profissional questionei e analisei várias vezes os fenómenos da desintegração e do problema social. As entidades governamentais e autárquicas parecem que só querem saber das coisas depois delas acontecerem. Não há prevenção ou análise prévia. As Polícias não legislam, fazem cumprir a Lei (limitadas aos parcos meios disponíveis), mas podem e devem promover informação e avisos aos órgãos responsáveis quer autárquicos quer governamentais tendo em vista a segurança interna, os direitos constitucionais , e a segurança pública dos cidadãos.Aqui em Portugal irão acontecer fenómenos semelhantes aos registados em França e Inglaterra, quando, não o sei, sei que as polícias não estão preparadas para tal, muito menos os bombeiros ou os órgãos da protecção civil nacionais, ou locais. Em França desencadeou-se uma situação de desordem pública que roça a guerrilha urbana, talvez a pior de todas as guerrilhas. Mesmo não sendo uma guerrilha minimamente profissional, veja-se o caos causado, apesar de um efectivo de cerca de 25.000 agentes de polícia em Paris. Este efectivo é superior em cerca de 5.000 a todo o efectivo nacional por exemplo da PSP e cerca do efectivo total da GNR.Vimos em Portugal os ataques violentos a agentes policiais e sua notória falta de meios de combate ao banditismo (informação, comunicações , material, falta de efectivos, preparação operacional).A interacção das polícias, de estrangeiros (SEF), de investigação criminal (PJ) e outros órgãos de polícia criminal e de segurança pública (PSP e GNR) conjuntamente com os serviços de informações da república (SIS) e (SIEDM), é urgente e tem que se tornar menos burocrática e mais agilizada.O gabinete de crise do ministério da Administração Interna, na dependência do ministro deverá estar em pleno trabalho quotidiano.Vejamos, a imigração que tem vindo para Portugal, não está controlada ao nível da administração interna , nem integrada socialmente. A própria migração interna de algumas etnias que se deslocam com grande mobilidade de cidade em cidade, e transfronteiriça, está longe de ser acompanhada. Geralmente escolhem as localidades onde se sentem mais impunes. Ou seja, melhores para o seu “negócio”.Quando os cidadãos apelam para que as autoridades fiscalizem estas etnias (i)migratórias são acusados de xenófobos. O problema social verifica-se nas nossas cidades, bairros e ruas, onde vemos pessoas na prostituição, no tráfico e consumo de drogas, assaltos a viaturas e casas, estabelecimentos comerciais, bancos e actos violentos contra pessoas, mortes de agentes policiais. Assistimos ao fenómeno do “carjacking” (assaltos violentos com arma de fogo aos condutores, roubando-lhes violentamente o veículo, nomeadamente em paragens nos semáforos, cruzamentos e simulação de acidentes ), novo para muitos portugueses mas existente há mais de trinta anos em vários países do mundo, nomeadamente nos EUA e na África do Sul, países sul americanos (incluindo o Brasil), etc. Estas etnias, nacionais e estrangeiras, reclamam direitos mas esquecem os deveres. Muitos possuem armas ilegais. Alguns circulam em carros topo de gama, mas na escola pedem alimentação para os filhos. Não estão devidamente enquadrados no quadro legal das Finanças de Portugal, não passam facturas, circulam com os veículos muitas das vezes sem documentos legais, BI, carta de condução, livrete e título de registo de propriedade (devidamente actualizado), seguro automóvel, guia de transportes ou factura de comprovação de compra da mercadoria, artigos contrafeitos , que vendem em feiras, ou espalhados pela cidade de Braga. Estacionam os automóveis em qualquer lado, param no meio das ruas para conversarem, desrespeitam os vizinhos, buzinam a qualquer hora do dia ou noite, falam á distância e aos gritos, atiram sacos do lixo dos apartamentos para a rua .Sou a favor de uma verdadeira integração de quem demanda Portugal em procura de melhoria de vida, mas lembro que a integração tem Direitos mas para quem cumpre os Deveres de cidadão, tal como nós portugueses, cá e quando estamos no estrangeiro.Com o provável aumento da crise económica crescerá também a crise social, logo o desemprego e a insegurança.É necessário um rumo.O governo da república deve definir objectivos rapidamente, incentivar o moral e a sua capacidade de actuação, dotando e equipando as polícias, colocando responsáveis credíveis nos diversos locais de comando, não acomodados, operacionais, interventivos.Os cidadãos devem colaborar com as polícias, alertando-as para situações anómalas. A segurança não tem preço. Os tempos são difíceis, mas não há Liberdade sem Segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Esta carta foi por mim enviada por e-mail ao Senhor Governador Civil de Braga,tendo obtido como resposta,por carta pessoal,via CTT:-"Um tema actual,bem elaborado,a ter em conta!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foi publicada no Correio do Minho- Braga&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foi também para o MAI.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Eu não me escondo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Amo Portugal o suficiente para não me acobardar!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Gostava de ver comentários e sugestões dos meus amigos "todos",que depois eu no fim diria mais!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mário Relvas&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-116173451860597808?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/116173451860597808/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=116173451860597808&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116173451860597808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116173451860597808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/temtica-semana-231006.html' title='Temática semana 23/10/06'/><author><name>Mário Relvas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_qqPOczG_I80/Sqmt2X8i4VI/AAAAAAAAMPo/yjZKvOXJHOk/S220/Bruno+no+Pal%C3%A1cio+de+Cristal+-+autismo+009.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-116121518143359013</id><published>2006-10-18T16:46:00.000-07:00</published><updated>2006-10-18T16:50:55.146-07:00</updated><title type='text'>Segurança Social-sua sustentabilidade e implicações na sociedade portuguesa.(...)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Antes do 25 de Abril os trabalhadores juntavam-se e formavam sindicatos.Estes destinavam-se (com fundos próprios) a organizarem-se em assistência médica,desportiva e afins.Dou o exemplo:em Moçambique havia o SNECI-Sindicato Nacional do Comércio e Indústria.Tinha uma clinica,a equipa de hóquei-em-patins,onde jogaram campeões do mundo.Não era para "manifs" ou outros,não era possivel!Funcionava bem,garanto-lhe.O exemplo do que referiu o amigo João Soares sobre a CUF,ainda é hoje visivel em Lisboa o melhor Hospital que temos-O da CUF.Recordarão por certo o clube desportivo que chegou a jogar na 1ª divisão de futebol-A CUF!Bem,os trabalhadores tinham creches...isto era antes da democracia,caro Mário,é realmente esta a verdade!Que fizeram depois das nacionalizações?Destruiram todo esse capital,todas essas estruturas foram entregues a quem não sabia gerir.Tudo foi destruído.Veja o que são hoje as antigas instalações de Estarreja,e lá embaixo perto de Almada ou Seixal?Hoje são parques industriais alugados,em pavilhões divididos.Lá do outro lado do Tejo,dá pena ver tal,até tinham uma linha de um pequeno combóio para as pessoas circularem dentro das instalações.Está tudo podre,tudo a cair,vidros partidos,portas arrombadas...A função pública ganhava mal,muito mal,tinha uma coisa boa...a pequena reforma certa no fim da vida.Hoje os trabalhadores da função pública descontam no seu ordenado a verba para a segurança social/caixa geral de aposentações.Será que esse dinheiro entre o estado circula mesmo??Quanto a pagarem 1% para o subsistema de saúde,meu amigo,isso não é verdade,pois é algo mais,pois os funcionários públicos já pagam parte dos exames,medicamentos e outros serviços de saúde.Claro está que irão pagar mais 1% do seu vencimento,quer usufruam ou não do sistema,assim está bem!Quanto às greves que afectam só os trabalhadores de uma empresa,caro Mário,não é só.Dou-lhe um exemplo,os trabalhadores da MESSA-Máquinas de Escrever,arruinaram uma das melhores empresas do país."Tive um familiar" que veio de Moçambique,conjuntamente com sócios que também vieram de lá e que já lá eram sócios,pediram um emprestimo ao Banco para prosseguir a empresa.Para lá do empréstimo ainda aplicaram os parcos bens que cá tinham,pois estavam em Moçambique e nunca pensaram em pôr cá o dinheiro,antes do 25 de Abril.Acreditaram sempre no futuro,mesmo depois da Frelimo lá chegar e começar a fazer os mais diversos disparates.&lt;br /&gt;Os senhores empregados da Messa faziam greves a torto e direito,reclamando contra tudo,exigindo tudo quando aqueles homens investiram ali para tentarem reconstruir a sua vida e ajudarem a manter carca de 1.000 empregados.Quando não faziam greve deixavam esgotar um determinado parafuso sem o requisitarem em tempo opurtuno (de propósito).O que aconteceu? o que se esperava-os homens ficaram descapitalizados e fecharam a porta.Foram para o desemprego os 1.000 espertos...E digo-lhe mais,em breve não terá empresas em Portugal.Só os masoquistas cá ficarão.Por saberem isso o Governo anda a cortar em tudo e todos,menos nos politicos,esses sim os previliados deste sistema!Portugal ambicionou a comunidade europeia,não para "trabalhar",não para os deveres,mas para exigir direitos !Para reclamar subsídios.Assim tal como a Messa; Portugal está para fechar,vai contraindo empréstimos,mas o Banco Mundial já avisa que não pode emprestar dinheiro porque Portugal não terá condições de um dia pagar!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o futuro o Governo devia definir o mais rápido possível uma parceria em que os trabalhadores poderiam optar pelo sistema total de segurança social,ou optarem por descontar para o estado e para segurança social, um mínimo e depois escolherem um sitema particular de descontos, para poderem realmente assegurar o futuro da sua velhice,já que esta está falida!&lt;br /&gt;Seria um meio termo,já que nos "states" só quem tem seguro tem realmente uma assistência médica.&lt;br /&gt;O Serviço Nacional de saúde,cai,tomba muribundo às mãos do cunhado de Louçã,Correia de campos.Os deficientes não têm lugar no ensino,nas escolas estatais.&lt;br /&gt;Os reformados vêm o seu rendimento baixar e de que maneira.&lt;br /&gt;Fala-se na anexação de Portugal pela Espanha...&lt;br /&gt;Sistema misto,será para já a solução mais premente.Controlo de aixas médicas (reais) e dos subsídios que o Estado dá.&lt;br /&gt;Precisamos da criação de empresas,de emprego para aumentar os valores de contribuição para a segurança social.No entanto temos que contar que sofremos a concorrência dos países mais recentes que aderiram à União Europeia.UE que é um fracasso.&lt;br /&gt;As empresas também não gostam do IVA tão alto,simplesmente o mais elevado da Europa!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim temos um governo que não sabe o que fazer,a não ser pedir mais impostos,sem trabalhar o possível investimento em Portugal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há duas formas de ter receitas,aumentar impostos,sempre,cada vez mais,ou aumentar a produtividade,o investimento externo, educação e formação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabem  o que o Governo escolheu!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-116121518143359013?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/116121518143359013/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=116121518143359013&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116121518143359013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116121518143359013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/segurana-social-sua-sustentabilidade-e_18.html' title='Segurança Social-sua sustentabilidade e implicações na sociedade portuguesa.(...)'/><author><name>Mário Relvas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_qqPOczG_I80/Sqmt2X8i4VI/AAAAAAAAMPo/yjZKvOXJHOk/S220/Bruno+no+Pal%C3%A1cio+de+Cristal+-+autismo+009.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-116110975767393258</id><published>2006-10-17T11:22:00.000-07:00</published><updated>2006-10-17T11:33:19.743-07:00</updated><title type='text'>Segurança Social- sua sustentabilidade e implicações na Sociedade Portuguesa</title><content type='html'>Depois de implantado o regime democrático com o 25 de Abril de 1974.&lt;br /&gt;o actual sistema de Segurança Social, antiga Caixa de Previdência, foi sofrendo alterações ao longo destes 30 anos de Democracia.&lt;br /&gt;Com a nova Constituição da República aprovada em 1976, os portugueses, conquistaram direitos, e deveres sociais, consignados nessa mesma Constituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direitos esses, que ao longo dos anos até aos nossos dias, sofreram várias alterações, em função da oscilação das reivindicações de cada sector de actividade profissional que os trabalhadores portugueses exercia, sobre as diversas entidades patronais, e na função pública, sobre os diversos governos.&lt;br /&gt;E em função dessas pressões, quer no sector público (função pública) quer no sector privado. Que por sua vez, com a força reinvindicativa que tinham criaram no caso da Banca e dos Seguros, subsistemas suplementares de saúde, que os mesmos sectores geriam autónomamente. Além de beneficiarem do regime geral de Segurança Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo aconteceu com a função pública. Onde se criaram vários subsistemas complementares de saúde, onde o mais conhecido é o ADSE, mas outros subsistemas foram surgindo dentro das várias actividades do Estado, como nas Forças Armadas, nas Forças Policiais, nos magistrados, etc..&lt;br /&gt;Todos esses subsistemas suportados pelo Estado, onde a função pública beneficiava, e beneficia ainda hoje dessa regalia, descontando apenas 1% do seu salário, há pelo menos 25 anos.&lt;br /&gt;Regalia essa, que os restantes portugueses que trabalham no sector privado nunca tiveram, com as excepções da Banca e das Seguradoras, porque verdade se diga, isso era completamente impossível!&lt;br /&gt;E impossível porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque, tendo como exemplo uma empresa de 500 trabalhadores da metalurgia, dos têxteis ou de outro sector qualquer, que fizesse greve exigindo regalias iguais às da função pública, apenas e só prejudicavam a empresa! E o que normalmente acontecia nestes casos, como aconteceu. Era fechar a empresa e irem todos para o desemprego!&lt;br /&gt;Porque naturalmente era impossível igualar as regalias da função pública, porque era e são, suportadas pelo Estado.&lt;br /&gt;Foi, e será sempre, uma luta desigual! Porque quando os funcionários públicos, sejam de que sector for fazem greve, afectam toda a população!&lt;br /&gt;Como nos hospitais, tribunais, escolas etc!&lt;br /&gt;Essa é que é a grande diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se pode perceber, todas as regalias que hoje tem a função pública, e todo o sistema de apoio na saúde aos funcionários públicos através dos subsistemas de saúde, nunca os privados o conseguiriam! Porque foi sempre suportado através tanto do Orçamento de Estado, como do próprio sistema de Segurança Social.&lt;br /&gt;Por isso o sistema entrou em colapso. Era impossível mante-lo e sustenta-lo, sem financiamento. Porque o sistema, durante cerca de quarenta anos, tinha como suporte financeiro a grande massa trabalhadora da indústria. A vidreira, a metalúrgica e metalo-mecânica, os têxteis, a cortiça, o calçado, que nas décadas de 60-70-80, até ao início da de noventa, foram sustentando o sistema da Segurança Social. Como esses sectores industriais entraram em colapso, principalmente a indústria vidreira que praticamente desapareceu, os têxteis, a metalurgia, o calçado, o pequeno comércio. Que com a chegada dos grandes centros comerciais, perderam competitividade e muitos também fecharam as portas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todos sabemos, o sistema entrou em ruptura há muito tempo...!&lt;br /&gt;E tem várias explicações, que nunca foram explicadas!&lt;br /&gt;Quando foi instituído há cerca de 40-50 anos, onde o início da actividade laboral, começava aos 14 anos de idade, e sobretudo, eram as classes mais pobres, que estavam nessa época, e nessas idades, no mercado de trabalho. E com a obrigatoriedade de descontar para a "caixa" como era conhecida, à época a segurança social, devido ao facto de não terem acesso à instrução, para além do ensino primário!&lt;br /&gt;Os outros continuavam nos Liceus e nas Universidades ,e só entravam no mercado de trabalho, muito mais tarde.&lt;br /&gt;Portanto, eram os trabalhadores menos instruídos, da indústria e do comércio que sustentavam a segurança social!&lt;br /&gt;Ora com o 25 de Abril, todo esse sistema foi mudando...!&lt;br /&gt;Os jovens sem excepção, tiveram acesso ao ensino. Alterou-se o tempo da escolaridade obrigatória, de 4 para 6, e mais tarde para 9 anos! Que é o vigora actualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as várias crises que o país tem atravessado, e também se calhar, com a nossa entrada na Comunidade Europeia, a nossa indústria e comércio entrou em declínio. As empresas começaram a ter dificuldades, muitas fecharam. E as que se mantiveram, para conseguir sobreviver, usaram um artifício...que era pagarem aos trabalhadores um salário, e o desconto para a segurança social era de valor mais baixo.&lt;br /&gt;Esta realidade que ainda existe...é que está na géneses da descapitalização da Segurança Social. Ajudada pelas regalias desproporcionadas que a função pública tem, em relação ao sector privado. Porque a função pública teve sempre a almofada do Estado.&lt;br /&gt;Os privados é que foram para o desemprego. Logo, o sistema não estava preparado, para uma enorme avalanche de desempregados. E ao mesmo tempo, de reformados, que entretanto, e legitimamente, tinham o direito de gozar a sua reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que cada vez se começa a trabalhar mais tarde. E corremos o risco se nada se fizer, de facto daqui a 20 ou 30 anos, não haver dinheiro de facto para pagar as reformas!&lt;br /&gt;O Estado tem que fazer muito mais do que tem feito!&lt;br /&gt;Não é possível haver mais reformas milionárias! Claro que não.&lt;br /&gt;Como não é possível, no meu entendimento, continuarmos na mesma situação de só nos preocuparmos com os nossos interesses pessoais, temos que pensar num todo.&lt;br /&gt;Têm sido apontadas várias soluções:&lt;br /&gt;Aumentar a idade da reforma; diminuir regalias dadas como adquiridas na função pública; alterar o cálculo das pensões, complemento de reforma privado; etc.&lt;br /&gt;Não sei sinceramente qual a solução "milagrosa".&lt;br /&gt;Mas uma coisa é certa!&lt;br /&gt;O país tem que fazer alguma coisa! O Governo tem que fazer mais do que tem feito.&lt;br /&gt;Mas muita coisa poderia ter sido feita, e não foi!&lt;br /&gt;Se no início da década de noventa, quando começou a aperceber-se que o sistema estava mal, se se desse logo o antibiótico! Não estaríamos aqui nós à procura, da cura milagrosa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-116110975767393258?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/116110975767393258/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=116110975767393258&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116110975767393258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116110975767393258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/segurana-social-sua-sustentabilidade-e.html' title='Segurança Social- sua sustentabilidade e implicações na Sociedade Portuguesa'/><author><name>Mário Margaride</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-yvOUnH567-M/TlKkGBmvRdI/AAAAAAAACuY/UYVJFhYCeoY/s220/DSC0000047.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-116067469305372250</id><published>2006-10-12T10:36:00.000-07:00</published><updated>2006-10-12T10:38:13.066-07:00</updated><title type='text'>Pobreza e exclusão, uma reflexão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pobreza, exclusão, educação, escolaridade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo por cumprimentar o Amigo Víctor Simões pela forma brilhante e muito completa como abordou o tema Pobreza e Exclusão, o que vem valorizar muito A VOZ DO POVO. Permito-me adicionar algumas considerações pessoais, sem pretensões de conseguir uma sombra do seu brilhantismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma correlação acentuada entre os conceitos pobreza, exclusão, educação e escolaridade, que são interactivos, ao ponto de cada um poder simultânea ou sucessivamente ser causa e efeito dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar combater a pobreza e a exclusão apenas com esmolas ou subsídios, adia e, adiando, agrava a situação, Nisto, como em muitos aspectos da actividade humana, o principal factor da solução reside na mentalidade das pessoas, na sua capacidade de raciocinar com clareza para equacionar os problemas e na força de vontade e perseverança para adoptar e levar a cabo a melhor solução. Por esta razão, o principal esforço, embora de efeito demorado, deve ser exercido na educação e num ensino bem estruturado e orientado para as realidades da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parábola  bíblica dos talentos, se bem interpretada, aconselha a utilizar de forma produtiva e reprodutiva as capacidades pessoais de que dispomos. E estas são sempre superiores às nossas tímidas avaliações. Toda a gente já teve momentos de perigo de que se safou graças a forças e capacidades que nunca tinha pensado possuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias conheci um caso curioso. Um psicólogo, quando preparava uma tese sobre riqueza e pobreza, entrevistou pessoas nos dois extremos da escala. Um homem paupérrimo, com uma vida de miséria, depois de longa conversa, atribuiu a origem da sua situação ao facto de o pai ser pobre, bêbado, violento, dando maus tratos à família, ao ponto de ele e o irmão pouco mais novo terem fugido de casa. Disse que, depois da saída de casa, deixou de ver o irmão, mas estava convencido que ele andaria por aí com uma vida semelhante. Uns dias depois, ao entrevistar ricaços, encontrou um, com uma vida opulenta, que, depois de longa conversa atribuiu a origem da sua situação ao facto de o pai ser pobre, bêbado, violento, dando maus tratos à família, ao ponto de ele e o irmão pouco mais velho terem fugido de casa. Disse que, depois da saída de casa, deixou de ver o irmão, mas estava convencido que ele andaria por aí com uma vida semelhante. Eram irmãos e o mesmo facto gerou evoluções totalmente opostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas diferenças dos efeitos de uma mesma situação exterior mostram que, mais do que esta, é fundamental a personalidade de cada um. Somos vítimas ou beneficiados dos nossos pensamentos, convicções e acções. Importa, pois, dotar as crianças e os jovens de respeito pelos valores morais, pelos bons princípios e com o gosto pelo raciocínio a propósito de tudo. A fuga consciente às rotinas, por parte de pessoas moralmente bem formadas, conduz a inovações positivas e edificantes. Com efeito, a ajuda pode vir de outros mas o esforço principal, a força anímica, tem de sair do próprio. Ninguém pode substituir a vontade de vencer de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiserem matar a fome a um pobre não lhe dêem um peixe, dêem-lhe uma cana e ensinem-no a pescar. Com esta solução, ele nunca terá falta de peixe, mas se, pelo contrário, lhe for dado um peixe hoje, ele esperará igual esmola amanhã e ficará dependente para sempre. Fala-se da subsidiodependência que faz que os imigrantes cheguem e encontram trabalho enquanto os naturais se mantêm num desemprego crónico, uma ociosidade dependente. Fica a interrogação: Porque será que os imigrantes ocupam tantos postos de trabalho, sendo alguns bastante cómodos e bem pagos,  e os mesmos lugares não foram aproveitados por nacionais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sociedades diferentes da nossa, onde o desemprego acontece a cada pessoa várias vezes na vida, sem isso constituir desgraça, antes uma oportunidade de procurarem uma situação melhor, aproveitando uma oportunidade de negócio por conta própria ou de trabalho em actividade diferente da anterior, com vontade de vencer, sem preconceitos. Nestas pontuadas em novas actividades, surgem por vezes inesperadas oportunidades de êxito, como aconteceu a um pobre que concorreu a empregado de limpeza da Microsoft e foi rejeitado porque não tinha e-mail em que receberia a convocação. Desanimado, decidiu experimentar comprar e vender uma caixa de morangos acabando por ser empresário de uma cadeia de frutarias e ter larga conta bancária. Quando o gerente do banco lhe perguntou o e-mail e ele disse que não tinha, ficou espantado e exclamou se o senhor sem e-mail tem esta fortuna, o que seria se tivesse e-mail? Ao que o ricaço respondeu prontamente, seria empregado de limpeza da Microsoft.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pobreza e a exclusão andam juntas e desenvolvem-se em círculo vicioso, quando não se tenta uma oportunidade de acção de rotura e fuga. Nisto como em muita coisa, parar é morrer e dos fracos não reza a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso apoiar instituições sem fins lucrativos e mesmo pequenas empresas que se dediquem a dar oportunidade a desempregados e ociosos que queiram fazer algo de positivo na vida. Um óbice que surge muitas vezes é que o subsídios, mal controlados e de valor aliciante, viciam e alimentam o ócio de pessoas de mentalidade fraca e, nesses casos, pouco poderá ser feito para as ajudar a romper as amarras da pobreza e da exclusão.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-116067469305372250?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/116067469305372250/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=116067469305372250&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116067469305372250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116067469305372250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/pobreza-e-excluso-uma-reflexo.html' title='Pobreza e exclusão, uma reflexão'/><author><name>A. João Soares</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-116065454940100322</id><published>2006-10-12T04:55:00.000-07:00</published><updated>2006-10-12T05:32:27.526-07:00</updated><title type='text'>"Pobreza e exclusão social no âmbito da realidade portuguesa"</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Temos todos que fazer, um grande esforço.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A exclusão, é nos nossos dias, uma chaga social, que mina as sociedades, e em particular, a sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;Mas ao contrário, do que possa parecer.&lt;br /&gt;Há vários tipos de exclusão social.&lt;br /&gt;Às quais, parece que estamos a dar pouca atenção.&lt;br /&gt;E quando digo estamos!&lt;br /&gt;Falo do todo nacional, o Governo, as empresas, as instituições de solidariedade social, a sociedade em geral.&lt;br /&gt;É que o paradigma da exclusão social, alterou-se.&lt;br /&gt;Existem hoje, diversos tipos de excluídos, e exclusões.&lt;br /&gt;Há aquela, que salta aos olhos de todos, que é a dos indigentes, e dos toxicódependentes.&lt;br /&gt;Que pela sua circunstância, estão excluídos de qualquer acesso a bens de primeira nessecidade, como casa, emprego, alimentação, e todas os outras por arrastamento.&lt;br /&gt;Depois, temos os desempregados.&lt;br /&gt;Que num repente, por diversos motivos, ficaram sem o seu posto de trabalho, e sem o seu salário.&lt;br /&gt;Por encerramento das empresas, por cessação dos contratos de trabalho, pela reestruturação das empresas onde trabalhavam, enfim, uma panóplia de circunstâncias, que os atiraram para o desemprego.&lt;br /&gt;Ficando assim sem a possibilidade, de fazer frente aos encargos inerentes ao seu dia-a-dia, tais como o pagamento da renda, ou amortização da casa, a água, electricidade, os transportes, a alimentação, a educação dos filhos condigna a que têm direito etc, ctc.&lt;br /&gt;Temos depois, aqueles que embora trabalhem, pouco ganham acima do salário mínimo nacional.&lt;br /&gt;Ficam por natureza, excluídos do acesso à grande maioria dos bens essenciais, em função dos salários baixos que auferem.&lt;br /&gt;Lutando com enormes dificuldades no dia-a-dia, para conseguirem não viver, mas...sobreviver ao custo de vida, que como todos sabemos se agrava, a cada dia que passa&lt;br /&gt;E temos por fim, os reformados com pensões a baixo de 300 euros.&lt;br /&gt;Que têm exactamente as mesmas dificuldades em fazer frente ao custo de vida, com a agravante de muitos deles, viverem unicamente dessa pensão.&lt;br /&gt;E por outro lado, a maioria desses reformados doentes, em que grande parte da pensão, é gasta em medicamentos.&lt;br /&gt;Como se pode verificar. Há uma diversidade de excluídos, que por circustâncias diversas, ficaram sem os meios económicos, para terem uma vida digna, a que têm direito.&lt;br /&gt;Poderíamos arranjar diversas explicações de tudo isto.&lt;br /&gt;Para o desemprego, para os salários baixos, para as reformas de miséria, para, os sem abrigo, e toxicódependentes.&lt;br /&gt;Mas a verdade, é que eles existem!&lt;br /&gt;E não podemos ficar de braços cruzados.&lt;br /&gt;O país, que somos todos nós!&lt;br /&gt;Não nos podemos alhear, desta realidade com que nos confrontamos.&lt;br /&gt;Temos todos que fazer um esforço, em uníssono para que esta gritante realidade deixe de o ser, de uma vez por todas.&lt;br /&gt;O país não pode desenvolver-se, sem que estas excluídos tão diversificados, sejam incluídos na sociedade.&lt;br /&gt;Temos todos que fazer, um grande esforço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-116065454940100322?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/116065454940100322/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=116065454940100322&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116065454940100322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116065454940100322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/pobreza-e-excluso-social-no-mbito-da_12.html' title='&quot;Pobreza e exclusão social no âmbito da realidade portuguesa&quot;'/><author><name>Mário Margaride</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-yvOUnH567-M/TlKkGBmvRdI/AAAAAAAACuY/UYVJFhYCeoY/s220/DSC0000047.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-116061464791334252</id><published>2006-10-11T17:53:00.000-07:00</published><updated>2006-10-11T18:10:43.786-07:00</updated><title type='text'>“Pobreza e exclusão social no âmbito da realidade portuguesa “</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em todo o mundo, milhões de pessoas encontram-se em situação de pobreza e/ou exclusão social e é pouco provável que a situação se altere no ambito do contexto sociopolítico actual.&lt;br /&gt;Exclusão e pobreza são conceitos considerados concomitantes, sobrepostos e frequentemente complementares, daí a necessidade de clarificar os conceitos o que adiante tentarei fazer, ser pobre não significa que se seja excluído, mas com toda a certeza que a pobreza, poderá conduzir para a exclusão, nas diferentes acepções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um estudo divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Dezembro de 2004, metade dos 2,8 biliões de trabalhadores no mundo inteiro vive com uma remuneração inferior a US$2 por dia. Cerca de 18% (550 milhões) vivem com menos de US$1 por dia. Na pesquisa a OIT, apontou que a pobreza é derivada da baixa remuneração e resulta do subemprego e da baixa produtividade.&lt;br /&gt;A pobreza é um fenómeno mundial que afecta todos os países, inclusive os 20 países mais industrializados do mundo, nos quais 10% da população vive no limiar da pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença entre os mais pobres e os mais ricos continua a aumentar. Em 1960 era de 30 para 1, em 1999 já se cifrava em 74 para 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até há bem pouco tempo, a pobreza era entendida em termos de rendimento ou a falta deste. Ser pobre significava que não se dispunha de meios económicos para a alimentação e habitação adequadas. No entanto esta definição foi reformulada num sentido mais abrangente e segundo a definição divulgada pela OIT e aceite pelos vários investigadores que se dedicam à temática, a pobreza não consiste apenas em rendimentos parcos ou ração calórica insuficientes. Tem também a ver com a ausência de oportunidades e escolhas, consideradas essenciais para ter uma existência longa, saudável e criativa, com dignidade, autoestima e o respeito dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São múltiplas as dimensões da pobreza, e muitas delas estão inter-relacionadas, dando origem a um ciclo vicioso. As causas da pobreza residem numa complicada teia de situações locais conjugadas com circunstâncias nacionais e internacionais. É o produto de processos económicos que se registam a diversos&lt;br /&gt;níveis, bem como de uma série de condições sociais e económicas que parecem estruturar as possibilidades das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exclusão social é, simultaneamente, um fenómeno do passado e do presente. A exclusão apresenta diversas formas nos diferentes continentes e, dentro deles, nas regiões e países. Em sentido literal poder-se-á afirmar que exclusão e excluídos sempre existiram desde que os homens e as mulheres vivem colectivamente e quiseram dar um sentido à vida em comunidade.&lt;br /&gt;O ostracismo em Atenas, a proscrição em Roma, as castas inferiores na índia, as várias formas de escravatura, de exílio e desterro, de «guetização», de excomunhão, são manifestações históricas (apenas?) de rejeição, com as quais cada sociedade tratou os indesejáveis, os não reconhecidos, os proscritos da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este tipo de exclusões não desaparecem e os processos ascendentes de racismo, dos mais variados tipos continuam de forma explícita, a par de processos mais indirectos de segregação, determinados mecanismos selectivos de produção e consumo; estratificação social; de estigmatização e culpabilização dos colectivos mais vulneráveis. No entanto dever-se-á reconhecer a diminuição da aceitação moral,, social e política.&lt;br /&gt;As revoluções do século XVIII e as lutas dos séculos XIX e XX, onde se afirmaram os direitos civis, políticos e sociais, os processos de descolonização e a procura de uma sociedade mais igualitária e menos excludente, não foram em vão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pobreza e exclusão social no âmbito da realidade portuguesa “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os diversos estudos sobre pobreza e exclusão social feitos em Portugal mostram que tais problemas têm mantido a mesma gravidade, resistindo às várias políticas. Pobreza e exclusão estão directamente ligadas como se de um ciclo vicioso se tratasse em que uma origina a outra e vice-versa.&lt;br /&gt;O próprio modelo de sociedade dominante tem gerado a pobreza e a exclusão.&lt;br /&gt;Apesar dos sistemas económico, educativo, de emprego e de segurança social visarem objectivos dignificantes, deixam à margem as pessoas que não alcançam determinadas posições e revelam-se inoperativos e sem capacidade de as apoiar eficazmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida nas sociedades de capitalismo avançado está organizada segundo modelos altamente competitivos que são excluentes dos menos capazes devido à idade, à instrução, à etnia, ao sexo ou à saúde. No início da década de 60, as comunidades científica e política julgavam que o crescimento económico e o progresso tecnológico a ele associado fariam desaparecer a pobreza nos países ricos e iriam ter efeitos semelhantes nos países em desenvolvimento. Pensava-se que era uma questão de tempo, só na década de 80 a Europa, os EUA e o Japão tomaram consciência que, nas suas sociedades de abundância material, se tinham criado bolsas de pobreza de considerável extensão e que as mesmas se mostravam resistentes às políticas sociais tradicionais.&lt;br /&gt;A exclusão social nas sociedades de abundância é um fenómeno particularmente inquietante porque não pode invocar-se como sua causa a escassez de recursos. Os recursos existentes são mais que suficientes para suprimir a pobreza. O que se passa é que estão mal distribuídos e, pior ainda, a abundância de bens é obtida à custa da exclusão de alguns.&lt;br /&gt;A exclusão social não se limita apenas à participação na vida económica e à riqueza material mal repartida, atravessando também várias dimensões da vida social. O combate à pobreza e à exclusão não é tarefa exclusiva dos governos ou das instituições. Esta luta cabe a todos, chamando-se a isto "cultura de solidariedade". Estes são problemas de todos nós e a tomada de consciência de que somos parte destes problemas é essencial para que passemos a fazer parte da sua solução. O combate eficaz exige uma mudança profunda de aspectos estruturais da sociedade uma vez que a pobreza não é só económica mas também estrutural e até cultural.Ambos os conceitos (exclusão e pobreza) remetem para uma situação de desvantagem social embora tenham diferentes conteúdos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exclusão social, segundo Robert Castel, é a fase extrema de um processo de marginalização ao longo do qual se verificam sucessivas rupturas do indivíduo com a sociedade. Essas rupturas dão-se nos diversos sistemas básicos de socialização e integração, isto é, nos subsistemas social e económico, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente ao conceito de pobreza, segundo Peter Townsend, pode definir-se como uma situação de privação resultante da insuficiência de recursos. A privação e a carência de recursos podem registar-se no domínio material, social e cultural.&lt;br /&gt;Sempre houve e sempre haverá pobres e ricos. Porém, há que distinguir entre pobreza absoluta e relativa: a primeira diz respeito a todos aqueles que estão abaixo de um certo limite mínimo de subsistência; e a Segunda define-se por comparação com a sociedade em que se vive, isto é, enquanto num país ser-se pobre pode significar não ter uma televisão, noutro pode significar andar descalço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha de pobreza mais adoptada é a relativa porque se define por comparação com o rendimento central da população. O significado social da pobreza e as respectivas características variam de sociedade para sociedade. A nova pobreza dos países mais desenvolvidos da Europa Comunitária é muito diferente da pobreza endémica e maciça do Terceiro Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grupos sociais mais atingidos pela pobreza são os idosos; os pensionistas ou dependentes de outros benefícios sociais; as pessoas de famílias muito numerosas ou de famílias em que o representante é reformado, inactivo ou que detém baixo nível de instrução. É certo que a pobreza atinge hoje novos estratos da população como consequência das transformações económicas e sócio-demográficas que a sociedade portuguesa tem registado e que se reflectem nos sistemas de emprego e de integração social, no que é normalmente designado por "nova pobreza". É o caso dos trabalhadores cujas qualificações se tenham tornado ultrapassadas, trabalhadores em situação precária ou no desemprego e famílias monoparentais.&lt;br /&gt;Contudo, Portugal tem ainda uma velha e tradicional pobreza, característica do estádio de desenvolvimento relativamente atrasado em comparação com os outros países europeus.&lt;br /&gt;Apesar dos avanços, são cada vez maiores as bolsas de pobreza onde os pobres são excluídos do direito à participação na sociedade; os Estados desresponsabilizam-se na prestação de serviços sociais; a globalização da economia e o desenvolvimento do mercado livre provocam situações de desemprego de longa duração; o endividamento dos países e das famílias é um fardo cada vez mais pesado; o aumento de nacionalismos e de conflitos étnicos, religiosos e raciais causa cada vez mais violência; e a persistência de governos opressivos em países pobres limita os direitos e liberdades das suas gentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal, país de desenvolvimento intermédio, sempre deixou abandonadas extensas regiões do interior, não sendo por isso de surpreender que aí existam as mais significativas manchas de pobreza. Simultaneamente, as assimetrias do crescimento urbano trouxeram consigo a formação de importantes aglomerados de pobreza nas principais cidades do litoral. Assim, compreende-se que em Portugal os problemas de pobreza sejam em grande medida problemas de desenvolvimento.&lt;br /&gt;A miséria começa por ser uma ausência: os mais pobres são homens fora do mundo dos homens, fora da cidade dos centros de decisões, de trabalho, e da informação e conhecimento; a miséria é a humilhação de estar fora do direito e da responsabilidade de ser útil: (www.aparf.pt.) &lt;b&gt;"A pior das desgraças do homem não é ter fome, não saber ler ou estar desempregado.A pior das desgraças é a de sabermos que não contam connosco para nada a tal ponto que até os nossos sofrimentos são ignorados”.&lt;/b&gt; &lt;tt&gt;(Padre Joseph Wresinki). (FERNANDES, Carla; “Lepras, Pobreza e exclusão social”, in Jornal Lepras,&lt;/tt&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pobreza em Portugal, até pela diversidade de factores explicativos que estão na sua origem, apresenta distinções territoriais muito significativas.&lt;br /&gt;Todos os estudos e fontes disponíveis identificam concentrações de fenómenos de pobreza e exclusão social em zonas de base rural e com menor dinamismo económico, onde predomina a pobreza tradicional, por outro lado, nas maiores concentrações urbanas, especialmente nas Áreas Metropolitanas, onde para além da pobreza tradicional emergem novas formas ou fenómenos da chamada “nova pobreza”. À semelhança dos países mais desenvolvidos, geralmente produzidos por processos de modernização injustos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tipologia da fragilidade social nas famílias em Portugal é, igualmente, marcada por importantes características qualitativas.&lt;br /&gt;Ela tem um rosto feminino, especialmente quando esta condição se associa à situação familiar monoparental. Mas tem igualmente uma maior probabilidade de atingir os idosos isolados e as crianças vivendo em famílias alargadas, bem como as minorias étnicas.&lt;br /&gt;A criação do Rendimento Mínimo Garantido veio dar visibilidade à dimensão mais extrema da fragilidade social nas famílias portuguesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Dezembro de 1999 eram cerca de 430.000 os beneficiários do Rendimento Mínimo Garantido, dos quais cerca de metade em idade activa.&lt;br /&gt;O afastamento do mercado de trabalho e a persistência de laços instáveis e ocasionais com as actividades remuneradas constitui, a par de profundas debilidades do ponto de vista das competências sociais e profissionais, a causa principal da elevada participação de activos nos segmentos mais pobres da sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;A fragilidade social e as dificuldades de inserção profissional sustentável são agravadas em alguns grupos portadores de especiais desvantagens, tais como os deficientes, os ex-reclusos ou os ex-toxicodependentes.&lt;br /&gt;A taxa de emprego destes grupos afasta-se significativamente dos valores médios e as respostas de apoio à empregabilidade constituem um factor essencial de integração. ( in relatório: Programa operacional Formação e Desenvolvimento Social 2004 (POEFDS,).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Luís Capoucha, “ "a maioria dos pobres em Portugal é constituída por pessoas idosas, camponeses pobres e assalariados da agricultura, da indústria e dos serviços menos qualificados e mais mal remunerados. Trata-se de categorias integradas nas estruturas produtivas e sociais, geralmente limitadas de horizontes, ambições e referências, muitas vezes apáticas ou politicamente conservadoras, vulneráveis a tutelas paternalistas e a sociabilidades clientelistas isto é, não apenas se inscrevem na ordem social, como tendem a contribuir para a manter.”" (CAPUCHA, Luís; “Pobreza, exclusão social e marginalidades”, in José Viegas, António Costa (orgs.), Portugal, que Modernidade?, Oeiras, Celta Editora, 1998, pp217,218.)&lt;br /&gt;Neste aspecto é sintomático e exemplo a bipolarização partidária, com a alternância de governos, que nos últimos anos, não têm conduzido as políticas de forma a uma maior equidade, e em favor de uma sociedade mais justa e congregadora, de convergências sociais e verdadadeiramente de todos os portugueses.&lt;br /&gt;O poder, funcionando bem ou mal, vai-se dividindo na mesma esfera política e os pobres, vão-se resignando ao fatalismo de já ter nascido pobre, como se de desígnio divino se tratasse. Como alguém dizia “os portugueses são gente de brandos costumes”, não me parece que assim seja, na minha modesta opinião as amarras de 40 anos de ditadura Salazarista, ainda hoje mantém nos desafortunados, os medos e receios do passado. Estes medos e receios contribuem para a inoperância reivindicativa, aliada à falta de Dinamismo dos sindicatos, que pelos trabalhadores têm feito muito pouco, cedendo aos interesses dos lobbies, que por sua vez controlam os partidos e consequentemente, detêm o poder.&lt;br /&gt;Segundo a Profª Manuela Silva, “ "Continua a existir em Portugal uma realidade intolerável num país democrático, com o nosso nível de rendimento médio. Refiro-me à fome. Estimam-se em 200 mil as pessoas que passam fome em Portugal. Esta simples afirmação deveria merecer da parte dos governantes e dos políticos em geral uma investigação aprofundada, para que dela se retirassem todas as consequências quanto às políticas que importaria adoptar para erradicar esta tão severa manifestação de pobreza.&lt;br /&gt;Para além de situações de carência alimentar básica, a pobreza manifesta-se em falta de acesso a habitação condigna por parte de um número considerável das famílias residentes em Portugal, não por carência absoluta de fogos, mas porque existe manifesto desajustamento entre a procura e a oferta, sobretudo no caso das grandes cidades e entre a população imigrante.&lt;br /&gt;Estima-se em cerca de 21% (27%, antes das medidas de redistribuição e de assistência social) a população em situação de pobreza, definida esta segundo critérios estatísticos usados em comparações no espaço comunitário; em números absolutos, são cerca de dois milhões os portugueses que entram na categoria dos empobrecidos.&lt;br /&gt;Entre estes, cerca de metade, um milhão, conhece uma situação de pobreza persistente, isto é, sempre foi pobre e não tem quaisquer perspectivas de deixar de o ser, nas presentes circunstâncias.&lt;br /&gt;O agravamento do desemprego e da precariedade no trabalho tem contribuído nos últimos dois anos, para alargar a incidência e a severidade da pobreza e, seguramente, constitui um dos principais factores de exclusão social.&lt;br /&gt;Também o baixo nível do salário mínimo e das pensões mínimas, quando constituem o único rendimento do agregado familiar, em determinadas condições de número de pessoas a cargo, precariedade de saúde ou deficiência de algum membro da família ou outra situação de vulnerabilidade, atiram o agregado para níveis mais ou menos severos de pobreza.&lt;br /&gt;Existe uma elevada incidência de pobreza entre a população idosa vivendo de pensões de reforma; como também é notório o grau de empobrecimento entre a população activa empregada, devido à precariedade do trabalho e às baixas remunerações em relação ao custo de uma vida decente.&lt;br /&gt;Nos últimos anos, as medidas de contenção de despesas públicas, designadamente através da sua incidência na redução das despesas com os serviços públicos de saúde, com a educação e com a segurança social, vêm constituindo um sério factor de agravamento da pobreza e da exclusão social.&lt;br /&gt;O insucesso escolar e o abandono escolar precoce, que continuam a atingir números preocupantes no nosso País, são ao mesmo tempo um efeito visível da exclusão e sua causa, com notórias repercussões no futuro.&lt;br /&gt;A persistência de fenómenos de dependência, em relação ao álcool ou às drogas contam-se entre as causas próximas da pobreza.&lt;br /&gt;De assinalar também o fenómeno recente da crescente info-exclusão, isto é, a situação dos indivíduos que vão ficando à margem da informática. Não conheço nenhum estudo sobre o assunto, mas posso intuir que, relativamente ao futuro e mesmo já no presente, existem obstáculos acrescidos para quem não domina os conhecimentos informáticos básicos, tendo em conta o número crescente de actos que se realizam via internet, como sejam transacções e negócios vários, oferta e procura de emprego, concursos de admissão de pessoal na função pública, etc.;&lt;br /&gt;A anomia social e a desafiliação são, igualmente, fenómenos que mereceriam uma atenção particular, no conhecimento da exclusão social. Com efeito, os índices de marginalidade social, de delinquência, de criminalidade e de corrupção não deixam lugar para dúvidas de que estão enfraquecidos os laços de solidariedade e o sentido da responsabilidade pelo bem comum, sendo certo que este é um plano inclinado que conduz à exclusão social;&lt;br /&gt;Por último, cabe referir que as mutações por que passa a estrutura familiar, em grande parte como consequência das exigências da economia, não favorece, antes, induz maior propensão à exclusão social.&lt;br /&gt;Um dos obstáculos maiores que dificultam a erradicação da pobreza no nosso País é, sem dúvida, a existência de um grande défice no reconhecimento da pobreza e da exclusão como sério problema social nacional.&lt;br /&gt;Para muitos dos nossos concidadãos e concidadãs, a pobreza é tão só – ou principalmente – uma situação que releva do foro individual; resulta de factores arbitrários associados à sorte ou aos azares da vida, sendo considerada, portanto, um fenómeno aleatório e inelutável; ou, então, a pobreza é tida como uma consequência de desvios e erros de conduta dos próprios pobres.&lt;br /&gt;Com uma tal perspectiva, oculta-se que o empobrecimento é gerado pelo próprio funcionamento da economia e da organização socio-política vigentes e que tem a ver com o desemprego, a precariedade do emprego, os baixos salários, as pensões de reforma exíguas, o valor reduzido das prestações da solidariedade social e a má administração das mesma, a agressividade do marketing que leva ao excessivo endividamento das famílias, a desadequação dos sistemas de ensino responsável pelo abandono escolar precoce e o elevado grau de iletracia, a falta de oportunidades de formação profissional e de re-inserção na economia e na sociedade, a ineficiência no combate à tóxico-dependência, ao alcoolismo e às doenças evitáveis."” (SILVA Manuela, “Pobreza, exclusão social e políticas públicas”, in Seara Nova – Nº83- Janeiro/Fevereiro/Março 2004 ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;Conclusão&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas são as indagações que podem ser trazidas à análise do tema da pobreza, da exclusão social e da questão do acesso e exercício de direitos na sociedade moderna, seja ela urbana e industrializada ou agrícola. O que caracteriza a pobreza, o que faz dela um problema social, que traços a diferem da pobreza de outrora, o que permite falar em exclusão social, o que cabe à sociedade e ao Estado nesse processo e, em particular, em que medida está associado o tema da pobreza com o Direito e os direitos? Estas são algumas das perguntas que este trabalho pretende responder para demonstrar a importância do Estado nos processos que geram e mantêm a desigualdade social e a necessidade dos direitos económicos, sociais e culturais para possibilitar aos “menos iguais” o exercício activo dos direitos civis e dos direitos políticos relevantes para a democracia efectiva.&lt;br /&gt;As discussões académicas e políticas vêm proliferando neste campo, após se verificarem que as questões de género, de raça, de origem, de idade, todas constituintes de problemas sociais de séria gravidade convergem ao problema da pobreza e da desigualdade económica. É nestas circunstâncias que mulheres, negros, velhos, crianças, deficientes, emigrantes e imigrantes compartilham em geral de desigualdades comuns à carência económica e não raro à pobreza absoluta: a desigualdade de saúde, de moradia, de ocupação social, de bem-estar e, traço comum, a desigualdade política. A pobreza, nas suas feições de desigualdade de renda e de acesso a recursos, repercute claramente na participação política.&lt;br /&gt;Barreiras efectivamente sólidas se acumulam, obstando a participação na democracia e aprofundando os problemas que fazem dissolver a integração social. Não é na continuidade dos Governos e das políticas que temos tido, que Portugal e os portugueses, podem resolver esta questão da Pobreza e exclusão social, só com uma ruptura com os modelos actuais de políticas, ao serviço da sociedade dominante e ao sabor dos lobbies de interesses particulares, só com o envolvimento de toda a sociedade, poderemos começar a ver a luz no fim do tunel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Giddens, Anthony; 2004 4ª ed. Fundação Calouste Gulbenkian&lt;br /&gt;SILVA, Manuela; “Pobreza, exclusão social e políticas públicas”, in Seara Nova – Nº83- Janeiro/Fevereiro/Março 2004&lt;br /&gt;Relatório: Programa operacional Formação e Desenvolvimento Social 2004 (POEFDS,).&lt;br /&gt;FERNANDES, Carla; “Lepras, Pobreza e exclusão social”, in Jornal Lepras, www.aparf.pt/aparf/center&lt;br /&gt;CAPUCHA, Luís; 1998 “Pobreza, exclusão social e marginalidades”, in José Viegas, António Costa (orgs.), Portugal, que Modernidade?, Oeiras, Celta Editora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Sites:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://europages.com"&gt;Actualidade económica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dpp.pt/gestao/ficheiros/pobreza_lvt.pdf"&gt;Pobreza e exclusão social em Portugal(e-book)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-116061464791334252?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/116061464791334252/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=116061464791334252&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116061464791334252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116061464791334252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/pobreza-e-excluso-social-no-mbito-da.html' title='“Pobreza e exclusão social no âmbito da realidade portuguesa “'/><author><name>victor simoes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_IQBVOp3aPRc/SAtofC0rY2I/AAAAAAAAALI/kIfl0A3EkEU/S220/Vitor+simoes+(foto1).JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-116050091040636178</id><published>2006-10-10T10:19:00.000-07:00</published><updated>2006-10-10T10:21:50.413-07:00</updated><title type='text'>Um tema semanal? Porque não?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Passada mais de uma semana sobre o aparecimento do primeiro tema já vai sendo tempo de aparecer o desta semana !&lt;br /&gt;Desculpem esta intervenção intempestiva, porque agora a vez calha a outro participante.&lt;br /&gt;Em democracia, cabe aos cidadãos grande responsabilidade na gestão da coisa pública. Devemos estar informados sobre os principais temas de interesse nacional. Não se assustem. Não vou iniciar várias página a dizer nada.&lt;br /&gt;Mas não deixo de aqui inserir umas pistas. Porque não dizermos algo sobre os &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;FOGOS FLORESTAIS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;  e a preparação das florestas para evitar a repetição desta catástrofe? O que é a limpeza das matas? Quem deve fazê-la em regiões onde apenas residem idosos sem posses? Quanto custa limpar um hectare, incluindo dar destino aos resíduos resultantes da limpeza? Como abrir aceiros em regiões de mata de pequenas dimensões em que algumas parcelas seriam totalmente sacrificadas?&lt;br /&gt;Que interesses poderão estar por detrás dos incendiários? O que impede a Justiça de ser mais rápida e rigorosa, por forma a servir de dissuasão? De todos os suspeitos, qual tem sido a percentagem de condenados?&lt;br /&gt;A estrutura dos elementos empenhados no combate aos fogos tem sido a melhor? Como torná-la mais eficiente?&lt;br /&gt;Meus amigos, gostava de aprender algo mais sobre este tema, e fico à espera das vossas opiniões.&lt;br /&gt;Um abraço&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-116050091040636178?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/116050091040636178/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=116050091040636178&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116050091040636178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/116050091040636178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/um-tema-semanal-porque-no.html' title='Um tema semanal? Porque não?'/><author><name>A. João Soares</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-115998592068133509</id><published>2006-10-04T11:10:00.000-07:00</published><updated>2006-10-04T12:48:46.710-07:00</updated><title type='text'>Ensino-O Pilar Fundamental de um Povo(...)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Caminho que falta percorrer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acesso ao ensino é de facto, o principal instrumento para o desenvolvimento de cada povo.&lt;br /&gt;No entanto esse acesso, ainda não está garantido na totalidade, a todos, por diversas ordem de razões.&lt;br /&gt;Logo a condição sócio-económica.&lt;br /&gt;Muito se alterou a seguir ao 25 de Abril sem margem para dúvidas.&lt;br /&gt;Mas como se sabe, ainda há crianças que não vão à escola, e outras embora indo, mas cedo a deixam, por dificuldades económicas dos pais, começando a trabalhar ainda muito cedo, sem sequer acabar o ensino básico, que como todos sabemos é de nove anos.&lt;br /&gt;Como nos tempos longínquos que eu frequentava a escola primária nos anos 60, em que a maioria das famílias pobres, não tinham condições económicas para que os filhos continuassem a estudar.&lt;br /&gt;E hoje...ainda há muitas famílias carenciadas, que contuinuam a fazer o mesmo.&lt;br /&gt;E é de facto preciso inverter o ciclo.&lt;br /&gt;Mas para isso aconteça, para que os pais tenham condições de colocar os seus filhos a estudar, terão eles que ter condições económicas, sociais, e estabilidade no emprego.&lt;br /&gt;O que infelizmente, não acontece!&lt;br /&gt;Para que as crianças possam ter uma educação condigna, a que têm direito, teremos que ser nós enquanto país, a ter que criar condições de estabilidade, tanto no emprego, como nos direitos sociais, a todos, sem excepção.&lt;br /&gt;Para isso o Estado, as empresas, e toda a sociedade em geral, têm que criar condições, para que as famílias mais carênciadas, possam ser ajudadas a suportar os custos com a educação dos seus filhos.&lt;br /&gt;Atravez da segurança social nos casos mais graves, mas fundamentalmente criando estabilidade no emprego, e tendo vencimentos justos, e condígnos.&lt;br /&gt;Porque com salários baixos, e a enorme taxa de desemprego, e com empregos com contratos a prazo, é impossível, manter os filhos a estudar.&lt;br /&gt;Para que todos nós possamos ter condições económicas e sociais, que no passado, os nossos pais não tiveram.&lt;br /&gt;Para que no futuro, os nossos filhos e os nossos netos, se possam orgulhar, de terem nascido num país, onde as oportunidades existam, não só teoricamente, mas que de facto, se aplique na prática.&lt;br /&gt;Temos enquanto sociedade, que fazer muito mais do que temos feito até agora.&lt;br /&gt;No entanto, tenho esperança no futuro.&lt;br /&gt;Espero, que daqui a 30 ou 40 anos, tenhamos de facto um país uno, e não um país, a duas velocidades.&lt;br /&gt;Há ainda muito caminho a percorrer, até que possamos dizer, que nos orgulhamos de viver em Portugal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-115998592068133509?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/115998592068133509/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=115998592068133509&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/115998592068133509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/115998592068133509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/ensino-o-pilar-fundamental-de-um-povo.html' title='Ensino-O Pilar Fundamental de um Povo(...)'/><author><name>Mário Margaride</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-yvOUnH567-M/TlKkGBmvRdI/AAAAAAAACuY/UYVJFhYCeoY/s220/DSC0000047.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-115992054620912476</id><published>2006-10-03T15:28:00.000-07:00</published><updated>2006-10-04T11:14:23.703-07:00</updated><title type='text'>O Ensino-Pilar fundamental de um povo (...)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Escola do Futuro com raízes de Portugal!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 375px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px; TEXT-ALIGN: center" height="177" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3426/3667/320/bandeira%20portugal.2.jpg" width="200" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Infância e adolescência, o florescer da vida de uma Nação!&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3426/3667/1600/escola.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 197px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" height="177" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3426/3667/320/escola.jpg" width="203" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caro A. João Soares,adorei o seu texto.É óbvio, neste caso, que concordo com tudo o que resumiu nele.Vou no entanto dar uma achega pessoal,sem rascunho e sem prévia análise,passando directamente para o pc ideias que me ocorram momentâneamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Considero a Educação/formação, realmente a base,um pilar para a formação, fundamental para o desenvolvimento de um povo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começa na pré-primária ou preparação para escola.Os pais demitem-se,por motivos do correrio dos dias de hoje e empregos.Mas também alguns por comodismo.Considero que devia haver logo no início uma pedagogia definida e unificada a nível nacional, para este escalão etário, tendo em vista o acesso à primária.(inclusão dos deficientes no ensino regular-professores a tempo inteiro).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na primária, considero fundamental que haja um critério de orientação pedagógica, tendo em vista os seguintes aspectos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Famíla/Escola-Tem de haver um intercâmbio entre ambos, no sentido de educação e ensino preparado e articulado. são ambos complementares e não dissociados,ou um menos responsável do que outro,claro está com as competências próprias de cada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ensinar, em primeiro lugar (na escola) a respeitar o espaço,livre e arejado da mesma.Criar um espírito nacional.De grupo, ou caminho conjunto.Dar um objectivo de índole desportivo e do País.Todos os dias deve subir a bandeira nacional,cantar-se o Hino Nacional contribuindo para que exista realmente uma apetência para grupo,país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui, deve ser dado com livros e matérias que se mantenham no tempo,passando livros de irmãos para irmãos, depois de aprovados os mesmos.Devem ser acessíveis.Terem condições de cantina escolar,também para os mais carenciados.Eu proporia o uso de uma bata igual para todos,ou uma farda escolar à moda dos países anglo-saxónicos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Devem apostar na História de Portugal,geografia,aritmética ou matemática 1,rigoroso ensino do Português.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muita disciplina (com códigos bem definidos no público e no particular,que inclua a expulsão por mau comportamento ou excesso de faltas) e desporto (aqui todos usavam o mesmo fato de desporto,carácter de igualdade e respeito)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acima de tudo passar só quem tem de passar,ou seja quem sabe o suficiente para tal.No final deverá haver exame primário,escrito e oral.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poderá questionar-se se o ensino seria até à 4ª classe ou a manter-se como está,o 6º ano,englobando o preparatório.O Exame seria nessa data.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ano lectivo seria de 3 ou 4 períodos.Merece reflexão.Os meses de verão são muito compridos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O acesso ao ensino secundário, daria continuidade ao referido anteriormente, na área pedagógica e em matéria de manuais escolares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No acesso ao secundário, seria encontrado de novo o ensino de formação,semelhante ao Indústrial/comercial de antigamente.Isto de modo a dar saída para profissões a inserir no mercado de trabalho, na ára industrial,comercial e profissões liberais (canalisadores,electricistas,mecânicos...).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inclusão dos deficientes .Este ensino terminaria no 12º ano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui também seria obrigatório o hastear a Bandeira Nacional,dando-lhe a devida referência.A presença da nação é uma referência,não um saudosismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanto num, como noutro ensino, seria reforçado a cultura geral para lá do Português e linguas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As línguas deviam começar no secundário, caso a primária terminasse na 4º classe,se não seria no 5º ano.Com forte presença do Inglês e outra língua europeia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui se manteria o esforço na História de Portugal,do mundo e lusófonos em especial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os livros continuariam a serem prolongados no tempo, depois de aprovados e seriam uniformes no território nacional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As escolas deviam estar inseridas o mais possível na área de habitação dos alunos e consequentemente na sua comunidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deviam ser compostas por ginásios capazes,piscinas para natação (as cãmaras municipais constroem a torto e direito piscinas,mas esquecem as escolas).Uma política de desporto escolar nacional, a nível da Educação Física.Esta seria obrigatória.Deviam implementar a competitividade saudável, inter-turmas e inter-escolas,nas diversas áreas do desporto escolar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanto no 1º,como no 2º ensinos as aulas de religião poderiam ser substituidas por aulas cívicas de comportamento.Seriam obrigatórias.Seria livre deixar dar aulas de religião, ou catequese, a quem o desejasse.A escola fornecia os meios e a paróquia os meios humanos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui,no secundário,acho que já podiam trajar roupa normal,desde que comedida.Não seria permitido fumar nas instalações escolares de acordo com a proibição legal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A "Escola Segura", da PSP e GNR, terminaria e seria criado um corpo de auxiliares de segurança, ajuramentados, devidamente preparados,uniformizados (há tantos funcionários em excesso,não há?).Os elementos que passeiam na "Escola Segura", seriam reconvertidos ao serviço de patrulha normal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A àrea secundária, referente à continuação ao acesso universitário,deveria ser antecidida de testes psicotécnicos para avaliar se a formação escolhida era a mais indicada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seria permanente na escola a presença de psicólogos em trabalho de acompanhamento e de carreira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A disciplina a manter-se.A obrigatoriedade da área da educação física com as componentes anteriores.Sempre obrigatória e com incidência nas notas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Haveria um exame de acesso à universidade,com a componente já escolhida no secundário (área) e devidamente acompanhada, que foi nos anos ateriores pelos psicólogos das escolas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os exames seriam sérios e não facilitados, de acordo com a matéria dada, que como é igual e com os mesmos livros ou manuais, seriam iguais para todos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A universidade teria uma grande incidência técnica, superior ao teórico, para que os senhores doutores/engenheiros e outros não tenham medo vestir a bata e trabalhar, como por exemplo na Alemanha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estes cursos seriam vocacionados também para a cultura geral,para lá do específico.Os alunos teriam que ser instruídos e o Português e as 2 línguas escolhidas, continuariam e alternadamente apresentariam trabalhos nas várias línguas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tudo isto e até à maioridade, os pais reuniriam com a directora de turma, em data marcada para o efeito ou haveria um gabinete para receber os pais.Poderia haver uma caderneta que acompanhe os alunos para lá da primária e que os pais acompanhem,sabendo ser obrigatório e sirva de mensagem entre os mesmos e a escola.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A avalição dos professores, seria feito pela quantidade de alunos que passaram, ou reprovaram.Isso provaria a categoria do professor.Uma vez que o ensino e matéria e livros são iguais, o que difere é o professor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os dois últimos anos da universidade, seriam divididos entre estágio profissional (empresas ou trabalho prático) e o edifício universitário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto a uma organização tipo mocidade ou escuteiros,seria uma decisão a criar de acordo com os parâmetros desportivo escolar e aulas cívicas de educação.Hoje os jovens perdem-se sem objectivos,caiem na droga e outros males sociais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seriam incrementados os Pupilos do Exército e Colégio Militar,tendo em vista uma formação geral até ao 12º ano e possível carreira nas Forças Armadas e de Segurança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui nasceria uma sociedade,florescia a vida da nação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Peço que me perdoêm mas isto foi seguido:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;faltarão muitas coisas importantes,mas penso que seria este, em breves pinceladas o meu regime fundamental,penso que muito semelhante ao que descrevia o amigo A. Joao Soares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mário relvas&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-115992054620912476?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/115992054620912476/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=115992054620912476&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/115992054620912476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/115992054620912476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/o-ensino-pilar-fundamental-de-um-povo.html' title='O Ensino-Pilar fundamental de um povo (...)'/><author><name>Mário Relvas</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_qqPOczG_I80/Sqmt2X8i4VI/AAAAAAAAMPo/yjZKvOXJHOk/S220/Bruno+no+Pal%C3%A1cio+de+Cristal+-+autismo+009.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34331116.post-115980676714870948</id><published>2006-10-02T09:30:00.000-07:00</published><updated>2006-10-02T09:32:47.163-07:00</updated><title type='text'>O Ensino - Pilar Fundamental dum Povo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicito a administração de A VOZ DO POVO, na pessoa do Amigo Víctor Simões, pelo entusiasmo incansável que dedica ao Blogue. E desculpo-o da partida que me pregou com o convite para iniciar os textos temáticos, que, para mim, serão uma oportunidade de aprender com as diversas opiniões convergentes para o aprofundamento de assuntos que virão enriquecer os meus conhecimentos, mas para os quais não poderei dar grande contributo por ser um ignorante, descomprometido, fora de qualquer sistema e que apenas pretende olhar com isenção, à distância, no âmbito dos conceitos, os problemas que condicionam o desenvolvimento de Portugal que amo, embora me desiluda em muitos aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E orientado por esse grande desejo de ver o País no caminho dos maiores, escolho para abertura deste ciclo o tema do Ensino, por ele constituir a base em que assenta tudo o que de melhor pode ser feito, para engrandecer este rectângulo pequeno, mas com «metástases» em todos os continentes. É de desejar e esperar que surjam opiniões diferentes, até frontalmente opostas às que aqui deixo, mas peço que não me chamem burro, mesmo que possa parecê-lo, pois para mostrarem que não concordam com as minhas opiniões, a melhor forma é exporem as vossas e explicarem as vossas razões e deduzirem soluções, práticas e viáveis, para os problemas que afectam o futuro dos nossos vindouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensino é uma parte da educação, tendo esta início desde o nascimento da criança ou, segundo alguns cientistas, desde a gestação, pois o feto já é receptivo a influências do ambiente sonoro em que a mãe se movimenta. Mas, após o nascimento e com as primeiras mamadas, a criança começa a receber condicionamentos das suas atitudes e comportamento que é desejável que sejam adequados à sua integração na sociedade. A palavra disciplina poderá parecer muito agressiva, mas no fundo é disso que se trata. A integração na família e na sociedade obriga a «ter maneiras», isto é, a respeitar os direitos dos outros a fim de merecer o direito a ser respeitado. Em sociedade ninguém tem apenas direitos, tem também deveres para com os outros e, por isso, é errado convencer as crianças que têm direito a tudo e nenhum dever para com os outros. Essa educação consiste em ensinamentos de convivência, ou como agora fica bem dizer, de democracia, de civismo, quer a família quer na sociedade em que a criança se vai sentindo à vontade. Simultaneamente, a criança, ao manusear os seus brinquedos e ao imitar os pais nos trabalhos em casa, vai aprendendo a utilizar os talheres e outras ferramentas e a fazer alguns serviços, começando a ter o seu quarto e os seus pertences arrumados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, entretanto, chega o momento de pertencer a uma família mais alargada, mas mais uniforme ao entrar na creche, no ensino pré-escolar e por aí adiante. Nessa altura, já é tarde para lhe ser ensinado aquilo que devia ter aprendido com a mãe desde os primeiros dias de vida. É suposto que essa matéria já está sabida e já não é fácil ser ensinada e aprendida. Tudo tem o seu momento ideal. Daqui, uma primeira dedução: a educação começa em casa e não se pode culpar o ensino das consequências da ausência da acção educativa familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também, no ensino, a qualquer nível, os professores não devem restringir a sua actuação a papaguear o assunto do manual, sem mais comentários. Não faltam oportunidades para explicar a utilidade prática do conhecimento teórico. Recordo com muita satisfação, depois de muitas décadas, os ensinamentos práticos ouvidos dos professores de Físico-Química, Ciências Naturais, Matemática, etc. Que Deus os tenha em repouso pelo bem que me fizeram. Ao falar-se das leis da alavanca, pode ensinar-se o funcionamento da chave de parafusos e a importância do diâmetro do seu cabo; e ao falar-se da energia cinética pode explicar-se o funcionamento do martelo, e a importância do seu peso e do comprimento do cabo, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à preparação dos jovens para a vida prática é impressionante a ignorância da realidade (excepto do futebol!) com que hoje se chega à vida adulta, o que tem sido notório em concursos televisivos. Soube, há cerca de 20 anos, que num quartel do Exército foi indagado junto dos recrutas quem sabia de pedreiro, pintor, canalizador, electricista, mecânico, serralheiro, etc. Ninguém sabia. O resultado era totalmente diferente 10 anos antes, porque havia escolas técnicas e, nessa idade, já havia muita gente empregada. Outro caso: o filho de um casal conhecido pediu-me para lhe arranjar emprego numa grande tipografia, o que não me foi difícil, mas passados poucos dias desistiu porque tinha sido colocado como ajudante na equipa de uma máquina impressora e o que ele pretendia era trabalhar num gabinete com um computador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ensino deve ser olhado por professores e alunos como uma aquisição útil para a vida, uma ferramenta indispensável e qualquer profissão. «O saber não ocupa lugar» diz o ditado e podemos acrescentar que nunca é supérfluo e «até morrer andamos a aprender». Quanto mais é o saber, melhor é a análise global dos assuntos e a sua inserção e interacção no conjunto dos conhecimentos. A tentação muito vulgar de se utilizarem modelos (as chocas) arrasta por vezes para erros muito perigosos devido ao facto de, ao fazer a colagem, não ter sido feita a necessária adequação à alteração dos dados, das circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento da memória com a tabuada e da capacidade de método e de raciocínio com a resolução de problemas de matemática são um exemplo prático da utilidade do ensino, para as acções mais simples da vida. É vulgar ver pessoas a emitirem opinião sobre um assunto que não conhecem minimamente sem terem arrolado a analisado os dados, sem terem relacionado estes em função do objectivo pretendido, sem o terem equacionado por forma a visualizarem cada uma das vias possíveis para chegar ao fim, sem as terem comparado em cada um dos seus vários aspectos a fim de poderem escolher a melhor, a qual será a solução mais adequada, económica, eficaz e rápida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, além de bons programas que consigam dar realce tanto à parte científica como às técnicas que permitam a sua utilidade prática, são necessários professores que, em cada momento, não se esqueçam de que estão a formar pessoas como uma tela em branco a transformar numa obra de arte, uma porção de argila a tornar numa escultura. Não podem refugiar-se na desculpa de que os alunos vinham mal educados de casa ou mal preparados do ano anterior. Há que fazer um esforço para suprir essas deficiências e conseguir a elaboração da obra de arte final, em que gostem de se rever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para o ensino funcionar com professores que actuem como artistas, é preciso que estes sejam pessoas bem preparadas, dispondo da educação que possam transmitir através do exemplo e da palavra, sabedores da matéria que ensinam, e com uma noção alargada da utilidade prática do saber que transmitem. Um professor, perante os seus alunos, não pode estar preocupado com qualquer problema pessoal que, nesse momento, deve estar fechado à chave num gaveta do seu cérebro. A formação dum qualquer bom profissional leva-o a colocar de lado a sua vida privada no momento em que deve concentrar-se na actividade do seu mister, principalmente quando se trata de comunicar com pessoas, como é o caso dos professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deve contribuir-se para que a criança interprete liberdade como libertinagem. A criança deve aprender a ser um cidadão digno e competente, procurando a excelência. Não pode recusar-se a estudar um ou outro assunto com o pretexto de que isso não interessa para a carreira que quer seguir. Por exemplo, um médico deve grande parte da sua formação a assuntos diferentes da ciência médica em sentido restrito: tem de saber bem português para interpretar os tratados de medicina e para se expressar de forma clara nos trabalhos que escreve, tem de saber línguas para pesquisar em publicações estrangeiras e comunicar com colegas de outros países, tem de saber matemática, física e química para perceber e exprimir-se sobre assuntos da especialidade, etc. Há, pois, uma base alargada que é indispensável em qualquer profissão, porque um bom profissional não pode comparar-se a um robô, tem de perceber e raciocinar sobre o que está a fazer, Cabe aos pais e aos professores esclarecerem os alunos sobre a necessidade da cultura geral e estimulá-los na sua obtenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso encerrar esta introdução aos textos temáticos sem referir as infra-estruturas físicas – a escola. Esta deve ser espaçosa, limpa, arrumada, para tornar possível o ensino e para criar hábitos positivos nos alunos. Estes devem poder estudar, conviver e distrair-se com alegria, comodidade e segurança. A prática de desportos tem o mérito de enfatizar o conceito da conveniência do trabalho de equipa. Não é admissível que os alunos ou os professores sejam vítimas de violências ou agressões, venham de onde vierem. A educação e o ensino exigem que na sociedade em geral e nas escolas, em particular, haja o culto do respeito por cada um e a observância de princípios e valores universalmente defensáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34331116-115980676714870948?l=avozdopovo2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/feeds/115980676714870948/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=34331116&amp;postID=115980676714870948&amp;isPopup=true' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/115980676714870948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34331116/posts/default/115980676714870948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avozdopovo2.blogspot.com/2006/10/o-ensino-pilar-fundamental-dum-povo.html' title='O Ensino - Pilar Fundamental dum Povo'/><author><name>A. João Soares</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
